Meio sangue: A Filha do Titã

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Meio sangue: A Filha do Titã

Mensagem por takuya em Dom Jul 10, 2011 4:31 pm

Meio
sangue: A Filha do Titã





Capítulo 1°


A foice




Acordei muito cedo aquele dia morava em um pequeno apartamento em Nova York, junto com
Katarina, nosso apartamento com cômodos muito pequenos menos a biblioteca que e
cercado de livros de conhecimento arcano, deve ser estranho ouvir isso, mas já
estou acostumado.

Logo
quando me levantei me deparei com Katarina fazendo meu café da manha, ela ainda
estava de camisola e eu podia ver sua perna de bode, seus cabelos loiros
cacheados combinavam com seu belo rosto e olhos amarelos como os de um gato, Estava
acostumado com sua perna, pois, Katarina é uma empusa , minha mãe Hecate a
deixou tomando conta de min como minha tutora legal, já que meu pai falecera a
muito tempo, katarina nunca me fez mal mais ao contrario uma vez fui atacado
por um bando de Cães espectrais , esse tipo de animal surgiu depois que Tifão
apareceu dizem que eles nasceram do sangue que foi derramado mais acho que é
mentiria da ultima vez na guerra contra Cronos , então Katarina me ajudou a me
defender dos Cães e sem ela acho que estria morto .

Logo
cheguei à mesa e puxei uma cadeira e me sentei Katarina me trouxe um prato com
algumas toradas geleia e um copo de suco de laranja.

-Esta
animada, com o baile de inverno em marcos? – perguntou katarina enquanto se sentava
do outro lado da cadeira.

-Mais o
menos, é que me deixaram encarregado de toda a parte elétrica e de som então
vou ficar naquele ginásio a manha inteira. Nem sei se eu mesmo vou ir para o
baile. –dizia isso enquanto terminava meu suco

-Por que
não leva a Nádia? – ignorei Katarina, pois ela cismava que eu deveria ficar com
a Nádia, não sei por que certa vez ela deu um jeito de me deixar trancado
em casa com ela entre outras coisas Katarina na maioria do tempo tenta ser meu
cupido.

Fui até o
espelho da sala para ajeitar meus cabelos, agora pude ver meu rosto o que não
fazia á muito tempo meus meu cabelo preto, estava como sempre bem cortado, meus
olhos escuro como a noite, e minha pele clara como a lua, estava usando uma
camiseta preta e minha calça jeans e duas luvas de corou sem os dedos o
presente de minha amiga Nádia ela me deu assim que entrei no acampamento.

-até
daqui a pouco Katarina. –disse enquanto pegava minha mochila que estava encima
do sofá e saia pela porta Katarina nunca reclamava do que fazia mas sempre me
lembrava de estudar magia.

Sai
correndo de casa erra muito próximo da minha escola estava quase vazia, pois a
maioria dos alunos estava fazendo piqueniques, estudava na mesmo escola que
Nádia vivíamos conversando no horário do almoço. Sempre fomos grandes amigos
desde que entrei para o acampamento.

Fui
direto para o Ginásio e comecei a instalar as caixas de sons, foi muito rápido
fazer, pois usava magias sem restrições já que os mortais não conseguiriam ver,
usei varias magias de arrumação e trabalhadores fantasma.

Depois
comecei a arrumar os refletores e luzes estranhamente minhas magias simples não
estavam funcionando, isso nunca tinha aconteci antes então tentei algo mais
complexo.


-dominus domum,
servate facit opus spiritus valent mea opera! – uma
rajada de vento simples tomou meu pé e os cabos começaram a se conectar os
refletores levantar ao seu local mais logo pararam senti um frio na espinha
mais estava com muita presa para prestar atenção, o que erra aquilo, então
tentei algo mais eficiente, nunca havia precisado de tal magia com ela
conseguiria construir um prédio de quarenta andares em uma semana.


-Hefeto Esperito invocatum faseis libro quae
dico non vis!

Um clarão tomou todo o ginásio um campo de luz azul brilhante como um corte
em carne viva só que eu dentro do corte uma luz azul e negra dançavam uma valsa
bela de cores, uma garota de aproximadamente dezesseis anos cabelo castanho
claro, vestes romanas, com olhos dourados e uma imponência indomável em seu
olhar ela correu em minha direção enquanto levantava uma foice e gritava, no
mesmo instante que ela saiu do local o corte se frechou como se fosse
cicatrizado.

-Morra
olimpiano imundo! Sua doce voz rompeu o silencio.

Ela deu
um golpe horizontal com sua foice não sabia o que fazer mais queria saber o que
aconteceu precisaria a parar sem a machuca dela ,dei um salto para trás e
desviei de seus golpe a garota deu giro no ar e me desferiu um golpe horizontal
, nesse momento bati com minhas duas mãos nas minha pernas para ativar minha
arma bearcraw juntei minhas mãos e broquei o golpe dela que deu um giro para
trás, agora pude ver melhor minha bearcraw que a muito tempo não precisava usar
as duas luvas criavam três garras nas costas da minha mão ,atrás das laminas
avia pequenas fendas para se broquear espadas e desarmar seus portadores,
fiquei impressionado com tamanha habilidade da bela jovem.

-Pelo
jeito você não e tão fraca assim mocinha! –eu disse, pude ver uma feição
estranha em sua face enquanto ela corria em minha direção com sua enorme foice.

-Apenas
morra! - todo o local a minha volta começasse a ficar mais lento depois dessas palavras.

Ela vinha
em minha direção rapidamente enquanto me movia em câmera lenta pensei que seria
meu fim, pois com toda sua habilidade não seria nada difícil se ela me
decapitasse com um único golpe, logo tive uma idéia estranha que poderia dar
certo.

-spiritus
aeris gaudere bellum... Dizia lentamente enquanto ela girava sua
foice em um golpe mortal, mas a sorte estava ao meu lado não consegui terminar
a magia mais foi o suficiente uma esfera de ar nos arremessar cada um para um lado
ela levantou e logo sorriu.

-A muito
tempo não lutava com um inimigo tão valoroso quanto tu olimpiano como se
chamas? Perguntou ela.

-Não sou
um olimpiano não , sou um meio sangue! Respondi rapidamente

-Se não
queres me falar teu nome morre em silencio olimpiano mentiroso como tu não
poder ser Olimpiano já basta! – não sabia o porquê, mas ela insistia em me
chamar de olimpiano estava ficando preocupado ate aonde esse confronto irra
chegar.

Ela
partiu para meu encontro novamente com sua foice ela me desferiu um golpe
girando o corpo , eu levantei minha mão direita para broquear e consegui mas
logo ela puxou sua arma e senti um corte em minha costa,feito pela ponta da
arma curvada, me surpreendi pois nunca tinha visto um golpe tão bem calculado
naquele momento sabia que não a conseguiria vencer de maneira normal, ela girou
o corpo para trás deixando uma distancia media entre nos enquanto me encarava a
ponta de sua foice ainda mancha de sangue, não apenas na ponta mais por toda a
extensão, se meus cálculos não me falham ela estava lutando contra algo antes
de começar a me desafiar.

Corri
para frete dela com tudo que tinha não podia perder não naquele momento, curvei
meu tronco para frente e mostrei minhas garras para ela enquanto corria em sua
direção ela deu um giro e levou sua foice até meus pés , eu saltei por cima da
lamina e estoquei com a minha mão esquerda com a Bearcraw ela desviou e revidou
com o cabo da foice veio na minha direção e acertou meu estomago, ela
prosseguiu com o giro e a lamina de sua arma veio na minha direção eu rolei
para o lado e a lamina passou muito próxima ao chão, nunca pensei que essa
simples garota iria possuir tamanha habilidade para o combate me levantai com a
mão sobre meu estomago.

-Pelo
jeito vou ter que parar de brincar com você! – resmunguei – Agora vou atacar
com tudo!

-então te
rendas logo lacaio, pois com tua falta de habilidade nunca me derrotaras! –
disse a garota com enorme arrogância.

Logo a
garota partiu para me atacar com sua arma letal, ela deu um golpe superior logo
me abaixei para desviar ela girou a foice sobre seu corpo e tentou um golpe
superior me joguei para o lado e logo comecei a rodar pelo chão, então olhei
para minha volta e vi que havia vários fios pelo chão cortado fiquei com
estrema raiva, pois já estava trabalhando a sete dias no baile.

-Você
estragou todo o meu trabalho levei uma semana inteira para arrumar esse
ginásio! – ela sorriu e apenas concordou com a cabeça


-I puppeteer invisibilis inimicus vinculorum voce invoco order!
– logo todos os cabos no local começaram a se movimentar e começaram a tentar
aprisionar a garota que rodava e girava erra como uma dança com a foice às
vezes parecia que ela voava no ar enquanto se defendia, mas quanto mais ela
lutava mais fios apareciam, mas sua habilidade erra muito superior a minha, não
conseguiria sobreviver a todos aqueles fios.

Logo tudo envolta dela começou a ficar mais lento novamente, um medo
repentino tomou meu peito não sabia como ela poderia controlar o tempo tão
livremente nem mesmo os mais poderosos magos conseguiam fazer aquilo daquele
jeito logo tentei minha ultima cartada para a garota se não desse certo teria que
atacar para matar.


- Sagittarius vento duce excipe hostium! – um enorme
arco de energia surgiu na minha mão ainda aberta levantei o arco e coloquei a
mão esquerda sobre o fio de energia verde cintilante puxei a corda uma enorme
seta de energia branca disforme se criava enquanto eu puxava, olhei para frente
e vi a garota que se aproximava correndo enquanto contava um cabo de som,
disparei contra ela mirando no seu peito ela girou sua foice no ar cortou a
flecha de energia que se dividiu não pude evitar e mostrei um sorriso
vitorioso, pude ver a cara de espanto dela enquanto as duas partes da flecha
rodavam e cresciam então terminei a conjuração.


-Andromeda gurgite captum.

A energia
começou a se transformar em correntes e a prender no chão aprisionando a
garota, pude ver enorme satisfação no rosto da garota enquanto eu mostrava meu
sorriso.

-Então
quem e você? – ela virou seu rosto sem me responder, pequei com minha mão de
maneira doce e virei seu rosto agora pude notar o quanto erra bela seus olhos
dourados ainda demonstravam tamanho ódio e rispidez enquanto me olhava,
aproximei meu rosto do dela e percebi um leve tremor vindo dela.

-Melhor
deixar de ser grosso, Meu nome e Marcos Tid Master, mago de quarto circulo, e
você? – ela mordeu os lábios de baixo e continuou sem me responder, vai demorar
fazer ela falar pensei comigo.

-Contra o
que estava lutando? Você pode responder isso? – perguntei sarcasticamente ainda
olhando em seus olhos.

-Contra
tu seu tolo! –ela respondeu com aperes

-Ante de
lutar contra min não pode me enganar tão facilmente sua foice esta toda
manchada de sangue e ainda e fresco e você apenas me desferiu um golpe e não é
tão profundo assim para sua foice estar banhada em sangue. - ela virou o rosto
– não vou lhe fazer mal pode me contar.

-Nunca
olimpiano maldito!

Peguei
bearcraw e cortei minha mão até ela começar a pingar sangue pelo chão.

-Eu juro
em nome de Hestia que não a farei mal desde que não faça o mesmo comigo! - meu
sangue que começo a cair no chão começava a pegar fogo um fogo de vermelho mais
puro e profundo como nunca eu vi antes sabia que juramentos em nome de Hestia
se tornavam os mais sagrados de todos até mesmo os deus nunca o fazem, pude ver
enorme pavor no rosto dela.

-Contra
um Centimão – ela respondeu acanhadamente.

-Pare de
brincar! Mas eles estão quase extintos somente sobreviveu um deles que
esta na forja dos ciclopes no palácio de Poseidon. Respondi

-Aquele
maldito ainda nem ganhaste a guerra e já se consideras rei dos mares! – gritou
a garota rapidamente

-Mas
Poseidon e o deus dos mares há muito tempo desde que Cronos foi banido para o
Tártaro.

-Meu pai
banido! Como? - desde que a conheci nunca vi tamanha mudança no comportamento
dela e também recebi um choque uma filha de Cronos na minha frente como pode
ser verdade?




Capítulo 2


Ortros

-Calma! calma ... – soltei o rosto dela e no principio tive apenas medo, mas
agora queria saber mais sobre a dama que a cada minuto me surpreendia
novamente.

-Você
realmente e filha de Cronos? – perguntei enquanto andava em círculos pelo local.

- Mas é
claro que sou filha do imperador Cronos, aquele que dominara os Olimpianos! -
Novamente seu orgulho brilhava em cores claras e visíveis.

-Então
como posso falar?- estava pensando que a garota estava doida como pode ela nem
sabia que Zeus chutou a bunda do Cronos á milhares de anos e a cinco Percy fez
o mesmo. – Vamos dizer assim, Cronos foi derrotado a mais de mil anos por
Zeus... - antes de terminar a garota me interrompeu


-Impossível! Meu pai nunca perderia para algum tão fraco como Zeus! – um
relâmpago soou fora do ginásio.

-Melhor
tomar cuidado quando for falar de Zeus uma vez ele torrou um filho de Poseidon
com seus raios por contar uma piada sobre ele e os raios. – a garota apenas
virou seu rosto para o outro lado.

- Se eu
soltar você me promete que não vai correr e nem me atacar? – ela ficou parada
por um longo tempo depois respondeu em voz baixa.

-prometo.


-denique carcerem! – todas as correntes começaram a sumir em luz azul que
subia, soltando ela que apertou seus punhos enquanto estava esperando a ver
sair correndo mas não aconteceu isso ela ficou esperando apenas pegou a foice e
colocou em suas costas, com a lamina para baixo.

-Marcos,
por que não me matastes? – ela perguntou nem mesmo eu sabia o porquê sempre
Quiron nos disse “quando entrar em combate lute com tudo, pois sua vida depende
disso!”

-Não sei
algo em min apenas pediu isso! Então não a machuquei, mas você e muito
melhor no combate corpo a corpo que eu.. – falei de modo descontraindo para
ela. –Mas melhor falar com Quiron sobre você ele saberá o que fazer?

-Por que
queres falar com este Quiron? – perguntou ela impaciente.

-Ela
sempre sabe o que faz... – pude ouvir um grande estrondo saindo de fora do
ginásio. – o que e isso? Logo sai correndo e abri a porta do ginásio pude ver
um cachorro de uns cinco metros de altura só conseguia suas duas cabeças
atrás do prédio da escola, logo veio a minha cabeça que ele poderia ter
encontrado com Nádia.

-Espere
Aqui já volto! – sai correndo não sabia ao certo se a garota iria esperar.

-Eu vou
com Você Marcos!– argumentou ela

-Melhor
não eu vou sozinho mês espere eu vou voltar prometo! – disse para ela enquanto
me distanciava

Dei a
volta por trás da escola e logo me deparei com a criatura tive um enorme alivio
pois Nádia não estava por perto mais ao mesmo tempo senti muito medo, pois erra
o meio sangue mais próximo quando as duas cabeças se viraram para o meu lado
pude ver melhor o animal, erra um cão enorme possuía uma pequena juba vermelha
como a de um leão saindo das duas cabeças, toda a coloração menos a juba erra
de um verde musgo , sua calda erra maior que o próprio animal , erra composta
por escamas verdes e grossas a ponta da calda do animal parecia uma enorme
agulha.

Mesmo
conseguindo me comunicar com lobos cães e varias variações como os próprios
cães infernais seria difícil convencer esse animal a não me atacar mas isso não
me impedia de ouvir ele falar.

-Esta
perto, muito perto, eu sinto grande aura, meio sangue forte pra comer! –dizia
uma em longos granidos e latidos.

Sabia que
mesmo entendendo esse animal nunca conseguiria o domesticar, teria que o mata
com tudo que possuía, mas tomei minha decisão tarde de mais perdi a chance do
ataque surpresa o animal já avia me notado e começou o confronto, a ferra me
atacou com sua calda como um ferrão de escorpião, que acertou a parede da
escola onde estava escondido ,e arrancando um grande pedaço de pedras e colunas
de ferro, pulei para o lado e comecei a correr para longe da escola pois aquele
animal poderia facilmente colocar ela abaixo, já estava um pouco cansado devido
ao combate com a filha de Cronos que nem ao mesmo eu sabia o nome.

Logo o
animal me atacou com a sua boca direita eu rolei para baixo dela e logo fui
surpreendido pela segunda cabeça me joguei mas o animal quase me atingiu pude
sentir o bafo do animal que não erra nada agradável, nunca estive em
combate com algo tão aterrador antes corri costas olhando para criatura me
guiando pata trás evitando os golpes da calda da criatura,quando alcancei uma
distancia relevante comecei a conjurar.



-ostendere iram et gloria Iuppiter consumendi
– ante mesmo de terminar a conjuração a grande criatura já veio para tentando
me abocanhar com sua boca direita girei para o mesmo lada evitando de ser
atacado pela cabeça da direita, mas antes de terminar a magia fui golpeou com a
calda em um golpe superior me joguei para trás consegui evitar que fosse um
ferimento mortal mas os estragos causados pela ferra foi grade um corte da
parte superior do ombro esquerdo até perto do abdômen ,com isso tive que parar
a magia sabia que não conseguiria me concentrar o suficiente para conjurar e ao
mesmo tempo fugir os ataques constantes, só me restava uma escolha combate
corpo a corpo.

Encarei o
inimigo e ele fazia o mesmo para min, tinha apenas minhas garras e a criatura
me olhava com suas duas cabeças enquanto reclamavam

-Este
meio sangue não ser forte só fugir! Dizia uma enquanto a outra respondia.

-Pelo
menos ele servir de
comida!

Estava me
concentrando para achar um modo de chegar até um ponto entre suas duas cabeças
esperando fazer a ferra não me atacar com toda a sua força, dei um passo para
traz e o animal ficou frente a frente comigo, corri para chegar ao que seria o
ponto cego dele, mas quando estava proximo o animal fez outro golpe com a calda
me forçando a pular para a esquerda e logo partiu com sua cabeça direita para
me morde, pulei para a esquerda novamente, para o lado e fiz um corte no canto
inferior de sua mandibola, com a minha querida Bearcraw pude ouvir o cão
grunhir de dor e me insultar de varias maneiras, mas não gosto de repeti-las, o
animal logo revidou arrastando sua calda como um chicote e me derrubou no chão
o cão começou a aproximar sua cabeça de meu corpo pronto para me aniquilar, ele
abriu sua boca com seus vários dentes afiados, estava com ambos os punhos
preparados para lutar até o final, quando a criatura partiu para me
abocanhar seu enorme crânio foi jogado para o lado oposto devido ao golpe
de esfera de bronze com vários cravos ,presa a uma corrente.

Nunca pensei que ficaria tão contente em ver quebra crânio, a cabeça
do cão foi movida para a esquerda logo, me apoiei em minha costa e joguei minha
pernas para frente dando um giro no ar conseguindo ficar de pé a cabeça da
direita veio me abocanhar logo deu um pulo para traz e cravei BearCraw em seu
nariz nojento a outra cabeça já vinha para me atacar , tirei Bearcraw da
criatura e o sangue jorrou um sague escuro saiu junto com minha arma pulei para
trás e consegui escapar das presas da criatura logo a cabeça atingida vinha em
minha direção mergulhei para o chão quando ouvi o barulho da corrente se
esticando, e a criatura foi atingida novamente pela esfera de aço sai de perto
da criatura e ouvi uma voz familiar.

-Esqueceu
de me convidar para a festa Marcos? –perguntou Nádia

-Nem
mesmo eu sabia que fui convidado! – pude ouvir uma gargalhada abafada – tive um
ideia mas preciso de setenta e dois segundos, consegue?

- É
claro! – respondeu Nádia entusiasmada.

-Tome
cuidado Nádia um Ortros pode ser perigoso!- gritei

-Eu sei!

Comecei a
me distanciar do lobo e pude ver Nádia partindo para cima dele agora com
Morriam em sua mãos um robusto martelo de batalha com varias pontas parecendo
agulhas, em suas duas superfície, Nádia e uma garota muito alta de cabelos
negros longos e soltos ela apenas os prendia enquanto estava na forja, estava
vestindo uma camiseta branca e folgada com calças azul céu ela corria enquanto
sorria na minha direção quando nos cruzamos pude ouvir um uivar da criatura que
deveria estar esperando por vingança logo que cruzei com ela pude ver sua
feição mudar e um grito de guerra sair de sua boca me virei a e comecei a
conjurar.


-foedera veni audi me rex Juba osténde sidera regem
celi –comecei a entoar as palavras de poder, enquanto começava a conjuração
Nádia partia para o combate, ela deu um golpe com seu martelo na cabeça direita
e recuou para traz evitando um golpe da segunda cabeça a calda da criatura caiu
sobre ela que se esquivou por pouco virando para a direita, ela girou seu
martelo em um arco acertando a cabeça mais próxima no maxilar que mesmo com seu
enorme peso foi levantada pelo impacto do martelo, enquanto grunhia de dor

- ad aeternam sonitus flammae et fragor – - o sangue do meu peito
começo a flutuar no ar se fixando ao meu redor de maneira desordenada logo
todos viraram pontinhos cintilantes enquanto um contorno de uma ferra começava
a nascer.

Agora Nádia estava próxima ao peito do monstro ela girou seu martelo
e acertou o tórax do monstros fazendo um estrondo oco ecoar ,mas foi pega por
uma mordida desajeitada pois ela avia conseguido deslocar a mandíbula do
Ortros, com o ataca desregular Nádia afrouxou sua mão do martelo o deixando
cair no chão eu nunca havia visto Nádia deixar nenhuma vez seu martelo, em
combate seria mais fácil ver ela morta do que seu martelo no chão


-Ruentem flammis inimicorum et consumat – Os contornos da ferra
ficavam cada vez mais visíveis se formado um leão de pelos amarelos e
cintilante como estrelas mas o animal não erra físico apenas uma imagem e eu
estava embaixo dela havia quase terminado o feitiço sabia que ela conseguiria.

Nádia deu
um mergulho para pegar seu martelo e conseguiu mas logo o Ortros lançou sua
calda como um golpe de lança para trespassar Nádia ela rolou para o lado
mas uma das mandíbulas do monstro esta aberta indo em sua direção para
abocanha-la meu coração apertou, não poderia fazer nada nessa situação iria ver
minha única amiga morrer na minha frente sem poder fazer nada.


Capítulo 3


Não morra

As mandíbulas do ortros partiram para abater Nádia, tinha perdido
minhas esperança quando ela girou seu martelo mesmo deitada o monstro recuou
perante seus golpes poderosos , ela tentou se levantar mas logo voltou a cair e
a grande ferra veio para o golpe final.

-
illos ad mortem – agora o leão levantou sua cabeça, e abrira seus olhos
que brilhavam o mais puro branco eu apontei com minha mão para o ortros e o
leão virou se para a criatura.

Nádia
olhou para min e sorriu com seu rosto manchado por um pequena linha de sangue
que saia de sua cabeça e contornava seu olho, ela sorriu inocentemente falou
algo em voz baixa que não consegui decifrar, fechou seus olhos esperando
a morte, uma enorme agonia tomou conta do meu peito não sabia o que fazer meus
dedos começaram a tremer.

Ortros
estava com sua boca perante Nádia, mas ele começo a ficar mais lento não sabia
o porquê até que vi uma sombra branca pular de cima da escola , agora podia ver
erra sem duvida a filha de Cronos ela deu um giro no ar e atacou o pescoço da
criatura fazendo um enorme corte e começando a jorrar sangue ela pegou Nádia
com um braço ela colocou o pé sobre a mandíbula da cabeça oposta pulando sobre
o ortros ela olhou em meus olhos e apenas acenou com a cabeça com aquele
simples gesto pude imaginar o que ela queria que eu fizesse.

“vamos
agora acabe com ele, ou algo parecido”


-Rapidus astris – agora o leão rugiu e toda a grama do chão se movimentou
em ondas continuas como ondas no mar,o Ortos agora o encarou e começou a
correr, mas já erra tarde a meio metro de distancia da boca do leão foi criado
uma enorme labareda de fogo ela rapidamente atingiu toda a sua frente e também
o Ortos que tentou fugir inutilmente, começou a ser queimado enquanto uivava de
dor foi transformado em cinzas, apenas o monstro ardia em chamas a grama
continuava verde por onde as chamas passaram o enorme leão despareceu
lentamente ate virar varias partículas brilhante que subiram para o céu no seu
local de origem.

Corri na
direção da Nádia e a filha de Cronos. Pude ver um sorriso estranho na cara da
filha de Cronos enquanto me aproxima, e logo ela falou.

-Sabia
que deveria ter me levado junto de você Marcos. –eu a ignorei por um tempo e
logo olhei para Nádia que estava no chão com a mão sobre o pé direito logo me
ajoelhei passei a mão sobre sua testa manchada de sangue a limpando levemente
logo Nádia virou o rosto.

-O que
foi Nádia por que desistiu de lutar? - perguntei a ela, de modo triste pois na
maioria do tempo que eu fiquei no acampamento Nádia sempre me disse para nunca
desistir.

-Torci
meu tornozelo, não iria conseguir lutar mais. - ela respondeu ,estava tão
contente de ver minha amiga bem que não hesitei e beijei a testa dela virei
para a filha de Cronos e disse.


-Obrigado. – ela fez um gesto com a cabeça que não entendi – Mas afinal qual
seu nome? – perguntei a ela.

- Me
chamo Hana Passing. – ela respondeu.

-Por que
esta vestida assim novata? –Perguntou Nádia por nunca ter a visto no
acampamento

-Eu que
devo perguntar por que vocês se vestem assim, pois estou trajada com a mais
nobre das vestes. –respondeu Hana.

-A e
falando nisso devemos cuidar do seu tornozelo terremos que levar a Hana para o
acampamento urgente Nádia. – pequei na minha mochila um pequeno frasco usado
para se guardar uísque. Tomei um gole e pode sentir o gosto muito doce como mel
descendo por minha garganta e estiquei para Nádia ela também bebeu e me
devolveu pude ver o rosto da Hana curiosa enquanto passávamos o frasco de um
para o outro.

-É néctar
, remédio de meio sangue, em excesso pode ,matar. – ela apenas balançou a
cabeça positivamente.

-Nádia
pode emprestar umas roupas para ela? vai ser estranho ela sair assim pela rua.
– perguntei

-Mas
estou muito bem vestida! – intrometeu Hana

- De onde
você veio que isso é estar bem vestido garota? – Falou Nádia brava enquanto
levantava e já conseguia fixar seu pé no chão.

-Do pé do
monte Ótris. – ela respondeu, cada vez mais a garota insistia naquilo na minha
cabeça começou a ser formular uma ideia e teria que a testar.

-E como
foi lutar contra um Centimão? – perguntei a ela pude ver a cara de espanto na
face da Nádia

-Lutar
não, o massacrar em nome de meu pai, nunca me senti tão viva, em ver seu sangue
escorrer pela lamina da minha arma e ao cair ao chão ser absorvido pela mãe
Gaia. – enquanto ela falava sobre seu confronto um estranho sorriso apareceu
sobre sua face, e Nádia a encarou não acreditando no que a garota dizia.

-E como
veio parar aqui? – perguntei ansioso pela resposta cada vez mais ela demonstrava
que eu estava certo.

-Não sei
ao certo, estava com meu pai sobre seu trono levando a cabeça do centimão para
oferecer ele então ele me disse que não ... –ela começou a chorar como uma
criança, não consegui me segurar e a abracei peguei sua cabeça e coloquei sobre
meu peito a segurando levemente, ela chorou por um longo tempo ela tremia e
soluçava enquanto tentava falar seja o que for que aconteceu com ela tenho
certeza de que não foi uma experiência agradável.

-Vamos
dizer assim Hana, você veio para o futuro ou pelo menos e o que parece...
-pequei o queixo dela e levantei seu rosto até ficar na altura de meus olhos-
não se preocupe nos vamos te proteger. Pude ver um leve sorriso na boca dela
mesmo seus olhos ainda estando repleto de lagrimas.

-Acho que
sou eu que vou o proteger vocês marcos. –ela respondeu , eu retribui e sorriso
dela, sabia o que erra ser o único no mundo e não iria deixar ela passar pelo
que eu passei.

Nádia
pegou no braço de Hana e a tirou dos meus braços, então pude ouvir Nádia
resmungar.

-vou
pegar uma roupa para ela, e seria bom se você colocasse algo para cobrir esse
corte no seu peito – disse Nádia

Logo as
duas começaram a caminha para dentro do prédio da escola, peguei uma moeda de
ouro dentro da minha bolsa e o cantil com Néctar tomei resto que havia no
recipiente e logo guardei o frasco de volta na minha bolsa, estiquei minha mão
e entonei palavra de poder enquanto as seguia de longe.

-Iris sacrarium!
– um pequeno arco-íris surgiu na minha mão joguei a moeda dentro e logo disse.
–Quiron acampamento meio sangue.

-logo
pude ver a face de Quirom Com um saco na frente de um olho ele se espantou ao
ver a mensagem de íris e logo foi falando

-Marcos
como vai?- Perguntou ele

-vou bem,
mas estou precisando de um Sátiro. - Falei sem errolar

-Para que
o sátiro? – perguntou ele

-Estou
com uma meio sangue aqui, desde que ela apareceu já fomos atacados por um
Ortros ela deve expelir um odor muito forte. Respondi rapidamente

-então
ela já deve ter sido atacada antes por varias criaturas? – argumentou quirom.

-Acho que
não, é que seria melhor falar com você sobre isso ela e sua meia irmã eu acho?-
pude ver a cara do quiro, que ficou parado ao ouvir essas palavras

-você
quer dizer filha de Cronos. – ele perguntou

-sim já a
vi em combate ela consegue diminuir a passagem do tempo e ela mesmo confirmou
acho que ela veio do passado de alguma forma ela disse que matou um dos
Centimão e salvou Nádia do ataque do Ortros.


-Impossível nenhum dos centimão foram mortos na titanomaquina, ela deve estar
mentido. – falou quirom. Apavorado.

-nãos ei
ao certo mas ela não estava mentindo disso eu tenho certeza além do mais ela
apareceu de uma fenda dimensional , e o mais importante podemos a levar ao
acampamento?

-sim com
certeza, assim poderemos a interrogar melhor, vou mandar o sátiro mais próximo
de vocês para auxilia-los a trazerem para o acampamento , Marcos se o que você
disse e verdade preparasse pois Zeus não vai te perdoar vocês tão facilmente.-
apenas balancei com a cabeça confirmando. -Espere no central parque o sátiro.

-Tudo bem
Quirom obrigada. –ele balançou a cabeça preocupado e deixou cair o saco pude
ver uma enorme esfera rocha entorno do seu olho comecei a dar risadas enquanto
a imagem sumia.

Fiquei
esperando ao lado da porta do banheiro feminino sempre atento para ver nenhum
outro monstro pareceria, pude Ver Hana sair do banheiro na frete ela estava com
top preto e uma jaqueta jeans usava uma calça azul fiquei a encarando por um
pequeno período até Nádia sair do banheiro

-Da pra parar de encara ela esta com vergonha. – disse Nádia

Saímos da
escola e fomos andando até o central parque ficamos quietos por todo o caminho
Hana olhava para tudo tão curiosa e se assustava com muitas coisas por vezes
dávamos risada ela e ela retribuía com um olhar zangada, todos que nos viam
olhavam para nos como um grupo de jovens comum matando aula mal eles sabiam que
estamos lutando por nossas vidas.


Capítulo 4 O sátiro




Estávamos no central Hana olhava para todos os prédios em volta como uma
criança olhando para doce, por varias vezes ela perguntou sobre como os carros
funcionam ou por que pessoas moravam dentro dos prédios.

Após um
longo período o sátiro não apareceu já estávamos esperando a mais de duas horas
no central parque, Nádia já estava inquieta por um longo período, Hana estava
do meu lado como uma criança , sua barriga começo a roncar Nádia a olhou com
espanto para Hana.

-vou
compra agoma coisa para comermos Hana esta com fome! –falei

-Melhor
não logo o sátiro pode chegar. – disse Nádia

- só vou
do outro lado do parque podem me ver daqui e se eu precisar de vocês eu mando
um sinal. –falei

-esta bem
mas volte logo. Disse ela

Fui até a
esquina e comprei seis Hambúrguer duplos e três copos de refrigerante grande,
não notei nada de perigoso no caminho logo quando me aproximei Nádia e Hana
estavam cada uma olhando para um lado como se odiassem uma a outra, logo quando
cheguei pude ver as duas se aproximarem.

-Viu não
morri- disse para as duas

- Verdade
mais trouxeste comida? – perguntou Hana

-sim! –
respondi para ela e entreguei um dos Hambúrguer para ela e outro para a Nádia e
os refrigerantes também

Abri o
embrulho para começar a comer, mas Hana se preparava para comer o hambúrguer
com embrulho e tudo, logo peguei antes dela morder ela me encarou estranha.

-Primeiro
me dás-te comida e agora a tiras de min ? – disse Hana zangada

-Não e
assim que come você tem que tirar o embrulho primeiro- dei o meu desembrulhado
para ela.

Hana em
menos de dez minutos comeu três Hamburguês e tomou o refrigerante não sei como
ela não teve um treko de tanto comer, esperamos mais um longo
período até começar a ouvir passos das árvores, logo bati minha luvas e
Bearcraw apareceu na minha mão fiz um sinal para a Nádia de onde vinha o som, logo
me virei e estava no meio das árvores um garoto ruivo com uma boina estranha e
muito colorida, ele tinha uma barbicha estranha e logo que vir minha arma fez
um balido estranho.

-Calma
tenha calma garoto.- Disse o menino ruivo

-Demorou
de mais Grover, e que imagina um membro do conselho do casco fundido fazendo
esse serviço. – disse Nádia

-estava
em um protesto para salvar uma antiga árvore do parque então Quiron pediu para
eu levar a garota nova pronto já estou aqui podem voltar para sua vidas. –disse
Grover

-Nos
vamos escoltar vocês. –disse Nádia.

-Por que?
– perguntou o garoto bode

-Por que
não confio em tú Pan!-
disse Hana

- ela me
confundi-o com Pan?- o garoto bode emitiu outro balido

-Sim tu
és Pan!- confirmou Hana

-Mas Pan
esta morto eu mesmo vi ele morrer na minha frente pare de mentir!- a garoto
mudou sua voz pude ver Hana levar sua mão até sua foice temi ver bode fatiado
levei minha mão até o braço dela e fiz um sinal negativo com a cabeça então ela
largou o cabo de sua foice.

-mesmo
assim Grover pode confiar no que ela diz tenho certeza que se parece muito com
Pan.- disse tentando amenizar a conversa.

-Serio? –
disse Grover enquanto fez um balido Hana concordou com a cabeça.

-Vão
comer isso? Perguntou ele apontando para as embalagens vazias

-não.
–Respondeu Nádia, então ele pegou e saiu mastigando.

-vim com
o meu carro, prontos para ir ? –perguntou Grover

-Carro e
a carruagem sem cavalos? –perguntou Hana

-sim.
Respondi para ela

Grover
nós guiou até seu carro velho vermelho, ele estava bem gasto mas nos deixaria
no acampamento até a noite se tudo ocorresse bem me sentei no banco de traz com
a Hana e Nádia foi na frente com o Grover, que estava muito inquieto enquanto
dirigia.

- O que
foi Grover? – perguntou Nádia

-É que a
pequena me confundiu com Pan mas como ela o conheceu.- perguntou ele

-Como foi
Hana?- Eu mesmo perguntei.

-Foi logo
que eu entrei para os exércitos de meu pai, estava liderando meu tio e poucos
outros para um ataque surpresa ao monte olimpo ... –dizia ela

-O que
atacar o olimpo! –disse Grover

-A
estrada Grover! - disse Nádia puxando o volante para desviar de um carro.

-Como
assim atacar o olimpo? – disse Grover enquanto emitia balidos sem parar.

-Sim
estas certo fui mandada por meu pai, então guiei o pequeno grupo entre as
montanhas e nós deparamos em um jardim de rosas muito belo com um sátiro no
centro tocando flauta logo todos os meus homens partiram para cima dele e
depois de grito saíram correndo igual mocinhas, então eu mesmo fui para lutar
contra ele lutamos por cem dias e noites então a luta acabou em um empate.

- Você
lutou mesmo com Pan, pare de brincar .- Disse Grover balindo

-Melhor
vos acreditar Grover ou posso me esquecer de que precisamos de vos! – respondeu
Hana

-Melhor
calar a boca ou me esqueço de que você e uma campista. – disse Grover.

-Melhor
vocês esquecerem isso, ou vão ter que me ouvir cantar. – respondi

-Não!-
gritaram Grover e Nádia em couro, todos no acampamento falavam que eu cantava
como uma Banshee.

Começou a
escurecer e ao escurecer todos ficaram em um silencio mortal, apenas o barulho
do motor perante a noite e o carro vermelho na estrada escura, Hana começou a
bocejar e logo encostou no banco e começou a dormir ainda sentada, sua cabeça
caiu sobre meu ombro, joguei minha jaqueta sobre ela que dormia profundamente.

-Já esta
dando em cima dela de novo? – perguntou Nádia

-Não
apenas a protegendo do frio. –respondi para Nádia enquanto olhava o rosto o
Hana dormindo.

Os restos
da viagem ficamos em um silencio até chegarmos ao acampamento Grover parou o
carro e assim que descemos ele voltou para a estrada, Hana bocejava de
sono e Nádia demonstrava seu grande vigor nos dirigimos até o acampamento.




Capítulo 5 Fragmentos das memorias




Chegamos no acampamento estavam em um silencio pleno fomos vagarosamente até
a casa grande, apenas um quarto estava iluminado com uma luz fraca de velas,
entramos fomos até o único cômodo iluminado bati na porta e ouvi resposta

-pode
entrar.

Abri a
porta , devagar e pude ver Quiron, Senhor D. Percy e Annabeth em uma mesa
Jogando Poker, ou o que seria Percy não prestava atenção em nada, e Annabeth
não gostava do jogo então os únicos que realmente jogavam erra o Quiron e o
Senhor D. logo Quirom se virou para nós com um olho roxo, achei muito engraçado
mas evitei ar risadas.


-Marcos!.- Disse Annabeth – Já estava ficando preocupada, demorou muito para
chegar. – Percy fez me olhou com uma cara estranha nunca sabia o que as feições
dele me diziam.

-O
importante e que ele chegou Annabeth, cadê a garota? – perguntou Quiron olhando
trás de Nádia que entrava na sala.

-Hana
esta logo atrás de Nádia. – Hana entrou cuidadosa sobre a sala como uma
guerreira que se demonstrava no campo de batalha, percy a olhou de um jeito
estranho pela primeira vez a muito tempo pude saber que sua face demonstrava
ódio pela Garota.

-Cronos!
– gritou Percy.

Ele tirou
contracorrente do bolso e partiu para atacar Hana com sua espada, Partir para
defender a garota mas Quiron fez um gesto com a mão para ficar no local,
enquanto partia para o confronto todos começaram a ficar lentos Hana o olhava
como uma psicopata , sabia que ela nunca, eu pensei que ela nunca conseguiria
vencer a maldição de Aquiles e seria uma prova para Quiron sobre sua
paternidade.

Percy
arregalou seus olhos ao ver isso, Hana brandiu sua foice em um giro para usando
o cabo da arma para derrubar o inimigo, Quando ela acertou seu golpe Percy
começou a cair como um golpe planejado, ela fez um arco mortal com sua foice
contra o estomago do percy o levantando até o teto, ele ficou preso entre a
ponta da foice e o teto da sala, Hana demonstrava um sorriso inserto, com o
impacto do golpe Contracorrente caio ao chão Ela forçou sua lamina com toda a
força contra o estomago dele, , senhor D. deva gargalhadas ao ver Percy
apanhado e Quiron demonstrava grande preocupação com Percy, Annabeth estava
inquieta.

Annabeth
começou a ir ao Auxilio do Percy quando a foice da Hana se partiu em vários
pedaços de aço que voaram e cintilaram sobre a sala ficamos aliviados ao ver
que esse seria o final da batalha, logo Percy começou a cair do teto, Annabeth
parou o que seria sua tentativa de ajudar Percy, mas Hana deu um giro com
apenas o que sobrou de sua foice que não passava de um bastão agora, ela
acertou as costas do Percy , ele agonizou de dor no chão parece que ela achou
seu ponto fraco, Hana puxou o cabo e se preparou para outro golpe como uma
lança pronta para o golpe final.

Pulei em
cima do Percy que estava caído no Chão a feição da Hana mudou abruptamente ela
olhou para meus olhos com enorme raiva e começou a correr para fora da casa
grande, pude ouvir um comentário estranho do senhor D.

-Você se
diz um bom professor Quiron e seu melhor aluno perdeu para uma novata.- Dizia
Senhor D.

-Idiota
olha o que fez Percy! – eu gritei , enquanto Annabeth ia ver como seu amado
estava após o golpe certeiro.

Corri
atrás de Hana que saiu da casa Grande em longas passadas apenas segui o seu
volto ela corria com enorme silencio sobre a noite escura ,logo perdi seu
rastro e não soube para onde ela foi sabia que não poderia a deixar sozinha não
como eu vivi por Quatorze anos.

-Servi noctis
purus venatoribus invoco tetimere dominum succurre –
comecei a entonar logo surgirão quatro enormes lobos negros das sobras com
pelagens brilhantes e forte como touros, presas enorme como as de um javali um
deles tinha uma enorme cicatriz no olho direito e inclusive o maior de todos
logo dei a ordem.

-Procurem ela! . – Todos os Worgs começarão a correr pelo acampamento como
sombras.

Fiquei
esperando o retorno dos Worgs que não demorarão a voltar o maior deles logo
veio ele me guiou pelas sobras da noite passamos pela floresta das Ninfas e
chegamos até o cume Zeus ela estava sentada e com a cabeça entre as mãos andei
em silencio até ela e sentei do seu lado ela se assustou mas logo voltou a
ficar em silencio.

-Por que
correu? –perguntei para ela.

-Se eles
me tratam assim apenas por mi ver imagine se eles conviverem comigo? – disse
ela tão baixou que mau se podia ouvir

-Mas se
assim vai para onde? – Perguntei para ela

-Até o
Monte Ótris me apresentar ao meu pai novamente. – disse ela

-Mas sem
arma? Vai morrer sem uma boa lamina de Bronze celestial. –disse para ela

-Melhor
do que ficar em um local que me querem Morta.- Respondeu ela, logo Os quatro
Worgs se Aproximaram e começaram a uivar para a lua.

-Espere
pelo menos até amanha, Nádia poderá consertar sua foice e eu a protegerei
durante a noite para que ninguém te ataque. – Falei para tentar força-la a
ficar pelo menos mais um dia no acampamento.

-Tentas
me convencer Marcos, mas como pretende me separar deles, principalmente o
garoto? – perguntou ela

-Pode
dormir o meu Chalé. Eu sou o único filho de Hecate no acampamento.– eu disse

-Se
pretendes me levar para cama pode desistir nunca me deitaria com um homem tão
fraco como tú! – ela disse com sua voz imperiosa.

-Não nada
disso, mas afinal Por que não me Matou Quando estávamos na escola? –Perguntei
curioso

-tive um
sonho com Vós. –disse ela, fiquei em silencio esperando ela começar a falar do
seu sonho.

-Estava
em uma floresta correndo em direção a uma coroa uma mulher com cabelos de
serpente e uma lança estava entre a coroa e minha pessoa, então um urso
apareceu um urso com garra de ferro como as que você usava, queria saber se tu
erras o urso então comecei a testar você depois que vi sua arma. –
Enquanto ela falava apalpava minha mão achei estranho o sonho dela mas apenas
assenti com a cabeça.

-Então
sou um urso? – ela deu risada mas logo falou

-Não
bravo como um e sem medo, mas preferes morrer solitário a ver os outros
sofrerem. – As palavra de Hana me acertaram em cheio como se tivesse um alvo no
meio do meu peito, ficamos por um longo tempo em silencio a não ser quebrado
pelo uivo dos Worgs, que após um tempo sumirão na noite apontei para a lua.

-Olhe que
bela a lua esta hoje. – ela olhou para cima e concordou com a cabeça.

-E então
que ir dormir no meu chalé? eu nem vou fugir para sua cama a noite. – ela
sorriu

-Esta
bem, mas só vou ficar aqui concertarem minha arma, e se fugires para minha cama
a noite vou arrancar o que tens no meio da perna. – respondeu ela

Eu a
levei até o chalé de Hecate o mais afastado de todos, se parecia com um enorme
templo negro com varias colunas da mesma cor com runas roxas que cintilavam ,
erra o único que sabia a função de cada uma das runas, Na entrada Havia o que
seria um salão comunal com varias poltronas em vermelho sangue e uma pequena
lareira que nunca se apagava tinha apenas três portas pequenas uma que levava a
saída outra para a biblioteca e uma terceira aos quarto, erra um único quarto
para todos com varias camas feitas em rochas negras e bem polidas sentei em uma
e logo disse.

-Vamos
pode se deitar elas são feitas de pedras só que bem macias.

Hana se
deitou e não demorou muito a dormir, esperei ela adormecer pois ainda queria
falar com o Quiron estiquei minha mão para o teto.


-gears tempus desistere! – logo todas as runas no quarto se apagaram
e ficou tão escuro quanto a noite, após um grave barulho, eu cancelei a magia
de sustento para ela ter uma longa noite de sono, sustento fazia toda uma noite
de sono ser equivalente a duas horas, sem ela não teria tempo para treinar
magia pois o dia inteiro no acampamento se resumia a treinamentos fisicos .

Peguei
uma pele de animal que ficavam amontoadas em um canto dentro de um armário de
madeira negra e cobri Hana levemente ela apenas fez uma breve movimentação e
continuou dormindo.

Agora com
o silencio voltei para a casa grande, mas não havia nenhuma luz acessa, somente
a enfermaria estava com as luzes acesa e com barulhos constantes fui até o
local ver oque havia acontecido , Percy estava em uma maca com Amrit uma filha
de Apolo cuidado de seus ferimentos Amrit tinha cabelos negros trançados e pele
escura, erra filha de Apolo com uma indiana, Nádia estava segunda os ombros de
Annabeth que tinha seus olhos vermelhos e inchados por seu namorado, Quiron
estava em um Canto
com senhor D. que por muito dava risadas dele.

Logo me
aproximei de Quirom e Senhor D.

-Ela esta
no meu chalé agora dormindo. – disse

-Mas o
que foi aquilo, ela derrubou Percy igual se matasse um porco. – disse Quiron

-Mas e
ele esta bem? – perguntei

-Vai
ficar, mas e a garota, vai permanecer no acampamento? – perguntou Quiron

- Não
sei? – respondi

-Acho
melhor ela ficar quem sabe ela não ensina o Pedro a lutar!.-disse senhor D.
ainda rindo da situação.

-Quiron
senhor D. podemos falar a sós na casa grande? - perguntei

-Por quê?
– perguntou senhor D.

-Um
assunto que não podemos tratar aqui. – Quiron sabia o que erra mas senhor
D. fazia cara de surpreso

-Logico
melhor irmos Senhor D. – Disse Quiron

- Esta
Certo. – disse senhor D. desconfiado

Os dois
foram para a casa grande eu fui logo atrás senhor D. ficava reclamando e não
ter ficado tirando saro do Percy quando chegamos na pequena sala do
diretor Senhor D. bateu palmas e todas as velas no recinto se ascenderam.

-O que
Foi Marcio? – disse senhor D. por que não poderia falar na frete de todos.

-E que a
garota é filha de Cronos até mesmo um idiota perceberia com oque ela fez só que
o porem e de quando ela veio e o que ela fez.

Contei a
eles tudo o que Hana havia me contado, Consegui manter até mesmo a atenção do
senhor D. que não prestava atenção o que os campistas falavam.

-Mas se o
que diz e verdade, ela e a Flor solitária. – disse Quiron

-Flor
solitária? – perguntei

-Ela foi
uma das generais do exercito dos titãs ela confrontaria qualquer um e até mesmo
lutou contra Pan de igual em uma guerra de cem dias mas ela sumiu da guerra
muitos acharam que ela erra uma lenda, até Zeus pensava isso mas se o que diz e
verdade. – disse quiron

-Mas como
ela foi esquecida sendo tão poderosa a esse ponto? – perguntei


-Historias se tornam lendas, lendas se tornam mitos e mitos são esquecidos pela
humanidade. – disse senhor D

-Mas
agora quero ver o que meu pai farra quando descobrir que á verdade essa tal de
Flor solitária acho que matara com um de seus raios- disse Senhor D.

-Não
pode, ele não pode fazer isso com ela! – eu gritei – já basta o pai dela ter
feito ela sofre e ainda ser morta, por seu irmão! – silencio tomou conta da
sala.

-Mas
Marcos, ela terra que ficar no chalé de Hermes, vocês não podem ficar no mesmo
chalé são as regras. – disse quirom.

-Para
alguns dos filhos de Hermes a apunhalarem durante a noite?- um silencio rompeu
a sala pois eles não duvidaram que isso poderia acontecer

-Não se
preocupe daqui no máximo três dias nos vamos embora. –eu disse havia me
decidido pois se Hana fosse para algum lugar não a deixaria sozinha em um mundo
que não conhece nada.

- Como assim ir embora? – disse Quiron

-Só vamos
consertar sua foice e ir até o Monte ótris, ela não conseguiria andar um metro
sozinha sem ser atropelada por um carro.- Respondi rapidamente

-isso e
verdade mas, poderão acossar você de trair o olimpo. -disse Quiron

-Então
que seja mas não vou deixar ela ir sozinha? – rebati no mesmo instante

-Olha que
interessante o Marcio pretende trair o olimpo para proteger a nova namoradinha.
– Disse Senhor D.

- Não se
preocupem com o dormitório daqui no máximo uma semana sairemos do acampamento.
– desse seriamente

-Mas quem
a esta proibindo vocês de ficar Aqui. – disse senhor D


-Esta certo mas ... – não consegui terminar de falar aquelas palavras
ficaram presas na minha garganta eu apenas sai da sala vagarosamente e
fui andando durante a noite até o lago que costumo trinar minha magias fiquei
parado ouvindo o som da agua corrente ao meu lado peguei uma pedra e joguei no
rio ela quicou três vezes antes de afundar, ouvi alguns passos atrás de min me
virei e pude ver Annabeth se Aproximando ela sentou-se ao meu lado ainda com os
olhos vermelhos.

- Me
seguindo de novo Annabeth? – perguntei

-Não.-
Disse ela

-E o
percy? – perguntei

-Vai
viver graças a Você. – Ela respondeu

-Mas esta
preocupado com o que ? – ela perguntou

-Com
nada. Respondi rapidamente

-Pare de
mentir Marcos, quando você esta aqui e não esta conjurando suas magias esta
preocupado. – disse ela

-Até me
esqueço que as vezes você me conhece melhor que eu mesmo, mas estava Preocupado
com Hana acho que Zeus vai fritar ela quando souber que ela esta viva.

-Por quê?
– perguntou ela curiosa

-Vamos
dizer assim ela atacou o olimpo com uns titãs, a alguns nãos atrás. – eu falei
calmamente

-Não se
preocupe vamos dar um jeito dele não a matar, prometo pensar em algo.- disse
ela

-esta
certo. – respondi acanhadamente

-A lua
esta bonita em. – disse ela

-Verdade.
Respondi

Ficamos
em silencio por um longo tempo apenas vendo a lua e suas estrelas ela me
apontou um conjunto de estrelas e eu pude ver Zoe a caçadora, ela ficou parada
por um tempo, depois rompi o silencio.

-Ainda me
deve um Ténis. - Falei

-Ainda se
lembra disso, achei que havia esquecido, mas você foi o culpado. – ela disse

-Sim de
certo modo foi mesmo, se me lembro bem estávamos praticando esgrima e eu não
conseguia chegar perto de você então chutei meu Ténis e você cortou ele no
meio, então consegui te acertar ganhei a luta mas me custou uma semana sem nada
para calçar.

-Verdade
isso acabou sendo engraçado, como o acampamento mudou, algumas pessoas
morreram, outras simplesmente sumirão, e nunca mais saímos em missão
desde a guerra contra Cronos -.disse ela com voz angustiada.

- Verdade
queria saber o que é estar em missão pelo olimpo, mas nunca vou saber isso vou
embora do acampamento.

-Por que
? – perguntou ela rapidamente

-Hana
quer ir até o Monte Ótris e não quero que ela vá sozinha. – respondi

-Por que
não? – ela perguntou

-Sabe
como e estar sozinha sem ninguém para lhe proteger sendo julgada por ser
diferente e e isso que eu passei por toda a minha infância e não quero que ela
sofra nesse mundo que ela não conhece. – respondi

-Verdade
você morou em um orfanato não e mesmo – disse ela enquanto esticou os pês
para a agua

-Isso e
verdade, odiei aquele local até o dia em que sai, foi algo triste nunca pensei
que realmente gostava daquele inferno- falei

-foi
igual quando fugi de casa até encontrar a Thalia e o Luke foi como voltar a ter
uma família. –disse ela com tristeza

-Tambem
passei por isso até ir morar com Katarina que e mais como uma irmã mostrinha-
eu sorri, ficamos quietos por outro período até que voltei.

-E você vai me levar algum dia para ver o olimpo quando a reforma acabar, e
antes de zeus me chamar de traidor.- eu disse sorrindo

-Você não
e um traidor e nunca serra, de um jeito de fazer a garota fficar no acampamento
nem que seja apenas um dia de cada vez uma hora ela não vai conseguir dizer
adeus e o Zeus eu e vários outros campista já fizemos muito por
eles, eles nos devem uma já.

- acho
engraçado sempre quando um nós esta com problemas o outro resolve. - falei

-não e só
isso somos rivais estrategistas, Igual Quando você sozinho roubou a bandeira e
consegui ganhar até a Clarisse ficou brava mesmo você sendo do time dela, por
que ela não conseguiu bater em ninguém mas até hoje você não me disse como fez
isso. – ela falou

-Se
lembra do Worg que o Percy disse que viu com a bandeira e achou que erra uma
miragem, fui eu que invoquei estava com medo do corpo a corpo então ganhei
antes da partida começar, foi logo quando entrei no acampamento depois nunca
mais usei esse truque pois achei trapaça. – ela caiu em gargalhadas depois
disso

Passamos
o resto da noite lembrando-se dos acontecidos de quando eu entrei para o
acampamento e ela até me contou sobre suas aventuras nós dois nos tornamos
grandes amigos Quirom dizia que sempre erra por que um causava o problema e o
outro consertava deveria ser isso mas sempre nos demos bem desde do primeiro
dia, nós despedimos e fui para o meu reinado de sobras, o apelido que dei ao
meu chalé entrei no quarto e ativei a runa cai na cama com tanto sono que não
me lembro de ter sonhado com nada.
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