A vida de um semi-deus perturbado

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A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Sex Maio 13, 2011 9:47 pm

Capítulo I - Descobertas


Você deve achar que ser um semi-deus é horrível, ter de enfrentar monstros e tudo, eu também achava, até que eu morri. Meu nome é Thomas Holmes e lhes contarei minha história...
Era o primeiro dia do ano, vocês devem saber todos cansados, a ressaca e tudo mais só que, naquele dia foi o dia que tive uma de minhas maiores surpresas. Eu estava pronto para ir até a casa de minha avó, uma senhora estranha de 70 anos que adora gatos e sempre fica com uma caneta na mão...
Arrumei minha mochila com um caderno e um estojo pois eu adorava desenhar, eu desenhava armas que até eu mesmo desconhecia, quando eu desenhei uma coisa que parecia uma espada de três pontas, minha professora me atacou, eu tinha 5 anos.Havia também um amuleto que minha mãe dissera que meu pai havia me deixado antes de partir, era um sol de madeira, eu me sentia muito seguro com aquilo então, pus o mesmo.Havia também coisas básicas como escova de dentes, etc.
Cheguei lá preocupado, era uma casa velha, eu sempre ficara uma noite por ano lá, sempre no mesmo quarto, no mesmo lugar, com as mesmas roupas de meu tio.Sempre diziam-me que eu deveria ficar lá pois era época de muitas motes por causa de pessoas más, mas eu sempre desconfiara, até que aconteceu comigo.Quando eu chego lá logo me atiram naquele sótão e lá fico, muitas horas sem nada para fazer.O lugar, apesar de ser um sótão, parecia que estava preparado para mim todos os dias do ano.Fotos minhas na parede, meus velhos brinquedos, uma cama bem grande e o principal de tudo, havia uma foto com meu pai.Eu era pequeno, e o rosto de meu pai na foto estava queimado, só o que dava para ver eram seus ombros e sua mão com uma leve cicatriz no dedo indicador, em cima de um belo carro que eu não poderia dizer o nome.Fico ali lendo sobre grandes filósofos, eu sei que eu , um garotão que na escola era temido, lendo sobre filósofos não pegaria bem, mas aquilo me deixava bem, aquilo me acalmava, até que, em um certo momento ouço minha avó gritar e quando tento sair do sótão ele estava trancado.Então, sem ter a maior noção tiro minha escova de dentes da mochila, dum um beijo em meu amuleto e pulo pela janela sabendo que nada feriria minha família e sairia ileso, nem que fosse com uma escova de dentes dentro dou ouvido.Quando caio no chão a porta da frente voa pela rua e bate em outra casa e sai da porta uma figura estranha, como eu estava no chão eu achava que era um cavalo até que, quando vejo toda a silhueta da coisa percebo que era um CENTAURO.Sim, eu sabia mitologia grega, era minha especialidade, mas aquilo deveria ser uma fantasia, uma brincadeira de início de ano comigo.Quando de repente ele empunha um arco e puxa o cordel do arco juntamente com uma grande flecha e a lança em mim.Eu parado vejo que meu ombro sangrava muito e uma dor começava a percorrer por meu corpo.A flecha do monstro estava cravada em meu ombro até que rastejando pela porta da casa minha avó me atira uma caneta.Quer dizer, não era só uma caneta, ara A caneta que ela segurava.Sem menor noção de nada grito
– SOLARIS – e a caneta vira um arco de ouro.Em minhas mãos estava um arco e em meu ombro uma flecha.Olho para minha avó e sorrio para ela vendo que ela confiara em mim.Arranco a flecha do ombro e atiro no monstro de olhos fechados.Quando abro-os uma flecha estava cravada no peito do centauro, o mesmo jazia morto no chão e minha avó estava lá quando fala para mim em alto e bom tom:

-Bem vindo semi-deus...-
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Convidad em Sab Maio 14, 2011 2:24 am

Gostei da tua Fic Thomas *o*
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Sab Maio 14, 2011 3:45 pm

Vlew XD
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Dom Maio 15, 2011 10:07 am

Capítulo II – Mortes



Após eu ter a dramática batalha com um centauro, a caneta de minha avó ter se tornado um arco de puro ouro em minha mão, eu ter acertado uma flecha bem no peito do centauro sem olhar, eu estava bem.Eu ajudara minha avó a arrumar a casa em silêncio esperando que a mesma me dissesse algo que eu poderia entender melhor as coisas.Recolhi os cacos de vidro do sótão, arrumei tudo, tudo na mais perfeita ordem, até que, me sento em um sofá e minha avó senta paralela comigo e me diz:

-Thom, vou lhe contar o que aconteceu... – Fala ela com as mãos tremendo

-Não precisa, deve ter sido um marginal sei lá-. Retruco

-Thomas Holmes, sabe quando você lia mitologia, eu lia para você e você adorava os deuses, principalmente o deus Apolo,..., bem eles existem no mundo atual, todos eles, reinando sobre nós, as histórias que lhe contei sobre o minotauro, Aquiles e sobre seu pa... Quer dizer, sobre Apolo, tudo é real, e você menino, é um semi-deus.Semi...-Fala ela

-São filhos de deuses com humanos, como se Zeus se relacionasse com uma mortal e tivesse um filho né?-Falo rindo de minha avó

-Seria uma filha... Mas essa é outra história. Thomas, essa caneta foi encantada por Hécate, todo o semi-deus que tocar a mesma fará ela tomar a forma de um arco, não é mentira Thomas, é a mais pura verdade, por isso te levarei a um lugar especial. –

Eu estava pasmo, eu não ria mais, eu estava pasmo e via a seriedade no rosto de minha avó. Ela me ordena a pegar minha mala e seguir de carro com ela até certo local que eu não sabia identificar, era uma colina, mas tinha como se fosse um portal de mármore com uma coisa escrita, quando cheguei perto consegui ler: Acampamento Meio-Sangue.
Minha avó me deixa lá e me diz que haveria outro centauro, mas que eu não deveria temer, mas quando tento falar com a mesma não a enxergo. Quando chego ao cume da colina enxergo muitas coisas ao mesmo tempo: Vejo garotos e garotas lutando com espadas até que um leva um corte no peito e cai no chão, um time de azul jogando vôlei com uma bola meio estranha, cavalos voando e uma casa que deveria estar em chamas, pois saía muita fumaça de lá. Vejo que uma garota loira lutava com cinco garotos ao mesmo tempo e derrotara-os quando a chamo


-Hey, menina, pode-me dizer onde é que vive o centauro do bem aqui?-Pergunto

-Bem, vou lhe mostrar, você é novato né?Deve ser, está desarmado!Que monstro enfrentou?Ciclope, Centauro Minotauro?

-Calme, sou novato não sei de nada, matei um centauro com uma flecha no coração que nem sei como atirei agora, por favor, me leve até o centauro do bem-Falo correndo.


-Quando falar com ele, seu nome é Quíron, e conte tudo para ele, exatamente tudo, meu nome é Annabeth Chase, sou filha de Athena.Bem, chegamos em seu destino até mais Thomas Holmes.


Eu não sabia como ela adivinhara meu nome, só sabia que queria morrer amigo dela.Chego a uma casa, bem não uma casa, era no estilo de uma, subo as escadas e começo a gritar pelo nome do centauro.Encontro-o e percebo que tinha adagas guardadas em bainhas no corpo, um arco na mão e uma aljava com flechas encantadas de bronze celestial levemente banhadas em ouro.Agora..como eu sabia aquilo eu não sei, só sabia que eu tinha a maior certeza.Conto ao centauro toda a minha história, tudo o que aconteceu, até que, chega uma garota que fala de um ciclope perto de um lugar estranho

-Hey, Thomas, veremos suas habilidades, tome. -Fala ele me entregando uma espada que deveria ser de bronze e um escudo que deveria ser do mesmo material- Se voltar vivo verei o que farei com você, agora corra, a direção é como se você estivesse indo para sua casa, um sátiro estará lá para lhe explicar melhor, agora corra. -

Então saio correndo dali sem saber que ali seria a última cosia que faria vivo...
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Annabeth Chase em Dom Maio 15, 2011 1:14 pm

Thomas, está muito bom! õ/
Você escreve bem. ^^




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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Dom Maio 15, 2011 5:44 pm

Capítulo III – A Missão


Quíron me ordenara para uma missão com um escudo velho e uma espada velha. Quando olho para o escudo bato em uma árvore e caio no chão. Levanto-me e percebo no chão um livro “Semi-Deuses”. Começo a ler, era um livro pequeno, um livro de bolso, deveria ter umas dez páginas o que daria um bom tempo de leitura enquanto seguia meu rumo em uma estrada deserta.Tinha sobre os semi-deuses, deuses, tudo o que eu deveria saber, fiquei a par de tudo, eu sabia o básico, era bom para que eu sobrevivesse.De repente me deparo com um sátiro correndo.

-Hey, você é o Thomas certo?Deve ser, a missão é sua né?Sabe o Ciclope?Sabe o que é um Ciclope-Fala ele afobado

Depois de falar seguro seus ombros e converso com ele, ele se acalma e me conta que um ciclope atormentara um local ali perto e depois de me dizer onde era ele sai correndo.Sigo o caminho que ele me falara mais apreensivo pois, um sátiro medroso, fazendo muitas perguntas, não era uma coisa boa.Quando chego no local vejo um ciclope furioso com um porrete na mão.Ele corre em minha direção mas e sabia, sua massa corporal era grande e ele dera um grande impulso então, se eu girasse 90 ° ele seguiria e eu não tomaria um ataque, mas dera tudo errado.Ele previu aquilo e atiro seu porrete em meu joelho que fez meu escudo voar longe, uns 10,00 m de mim, o que me deixava semi-desarmado mas então rolo para o lado e começo a correr em direção ao escudo quando sinto uma dor aguda na cabeça e meus olhos se fecham para a escuridão eterna.De repente me sinto leve, me sinto flutuar mas eu não enxergava nada até que, meus olhos se abrem e eu me deparo com um senhor em minha frente.Sua aparência era assustadora, com um elmo na cabeça que me fazia lembrar de meu irmão morto...

-Thomas Holmes, parece que não lutou muito, meu nome é Hades, o senhor dos mortos, bem vindo ao mundo imortal, eu acho que merece ser um de meus espectros, para provar sua força, você voltará ao mundo só que, envelhece mas sua aparência é sempre a mesma e quando sua vida chegar a 0 você só vem aqui que vejo o que faço com você, agora você é um de meus servos...-
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Qui Maio 26, 2011 4:51 pm

Caítulo IV - Primeiro Monstro Morto


Eu estava na frente do Senhor dos Mortos e como um morto, eu morrera em minha primeira missão, aquilo me deixava arrasado, pois, ninguém quer morrer em missões.

-Garoto, tente sobreviver, você merece ser um de meus espectros, você terá seu corpo de volta, mas não será o mesmo, você não dorme, não come, não bebe seu coração não bate, você é uma alma em um corpo e servirá a mim, pois sou seu senhor agora, tome – Fala ele me entregando uma espada e uma armadura – Esta é Sapuris, a armadura dos espectros, e tem também essa espada de ferro estígio, bem, agora você precisa voltar a seu mundo e viver o que não conseguiu viver, mas, se eu te chamar, sabe o que precisa fazer. -

-Mas Hades, se eu... -

Então antes de eu terminar a frase tudo fica preto. Quando recobro a consciência me vejo ao lado de um ciclope morto e com algumas armas comigo, inclusive a que Hades me dera. Eu fico intrigado com algumas coisas.
Usando minha mão esquerda tento ver meu pulso e então percebo que eu não tinha pulso, nada fazia, nem sequer uma reles vibração. Então me levanto do chão e começo a andar sem rumo até que chego a NY, quando passo em frente a um prédio espelhado vejo que eu não tinha íris, era só uma bola preta, mas tudo melhorara em mim, vista, audição, era como se eu estivesse renovado, mas eu estava morto, não era legal, nem mesmo eu tinha um pai. Fico ali rondando quando encontro uma dracaenae atacando um menino que deveria ter uns sete anos de idade.


- Ande garoto, onde é o acampamento meio-sangue, Cronos me mandou lá para matar um filho de Apolo e preciso fazer isso logo ou você morre. - fala a Dracaenae

- Deixe o garoto em paz, ou vai se ver comigo -.

- Que lindo, um espectro defendendo um indefinido, vá para o tártaro um pouco por minhas mãos. –

Ela fala isso e avança em mim, ela exibe garras horrendas com sangue nas pontas e então, saco minha espada e com a parte lisa jogo ela para o lado.

- Não quero lhe matar, por favor, pare –.

- Mas eu quero –

Ela pula em mim, mas com um movimento com a espada faço sua cabeça rolar no chão e o menino começa a chorar. Corro até ele, ponho-o em minhas costas e corro para o acampamento meio-sangue. Chegando lá explico para Quíron sobre minha morte etc.

- Fique no acampamento Thom, será bom para você, e deixe que eu cuide desse garoto, e a propósito o que é isso brilhando em sua cabeça? –Fala quíron

Quando olho para cima um sol estava sobre minha cabeça, era pequeno, mas emitia calor e brilho como nada igual.

- Bem, acho que temos um filho de Apolo -.
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thalita De Vino em Ter Jul 05, 2011 3:15 pm

Amei a fanfic
daqui a pouco tenho concorrencia
você escreve mtt bem
te amo
me bota na fic, viu?


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'-'


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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Ter Nov 08, 2011 9:47 pm

Capítulo V - O Retorno



Eu havia partido do acampamento em meu carrinho solar, eu gostava dele. Era um dos presentes que meu pai me dera, o meu presente de aniversário. Eu viajava pelo mundo, em busca de alguns semi-deuses, não para levá-los ao acampamento, mas sim para mostrar o caminho a eles e ensinar alguns golpes, para que eles mesmos consigam trilhar seu caminho. Em minha viagem eu conhecera vários semi-deuses, às vezes eu ia para o acampamento, para ver como tudo estava, e se tais semi-deuses conseguiram chegar até lá. Eu encontrara filhos de Ares (muito durões, claro), algumas filhas de Afrodite (nada se compara a minha Thalita), alguns irmãos, e um filho de Hécate. Eu ajudara alguns semi-deuses, bem, não ajudara, eu os emprestara algumas armas e eles mesmos se defenderam, contra vários monstros, minotauros, fúrias, harpias, alguns à mando meu, para que tal semi-deus pudesse treinar um pouco, se arriscar.

Então de repente volto para o acampamento, uma saudadezinha batera, e claro, fazia tempo que eu não voltava lá, o que me lembro era de ter treinado o primeiro semi-deus que salvei, e então fiz aniversário, e saí pelo mundo. Voltava às vezes, e ficava algumas semanas, o máximo foi um mês. Eu namorava Thalita de Vino, a garota mais perfeita do mundo, que me fazia sorrir até nas horas em que nada poderia me alegrar, também tinha uma cunhadinha, filha do meu chefe, Lara Helen Kevert, namorada do Michael.
Mas aquele assunto de namoro não era o meu forte, eu sabia mesmo era lutar, nem era tão forte, não tinha tantas armas, tinha apenas as que tinha ganho em missões no pouco tempo que ficar no acampamento.Tudo aquilo passava pela minha cabeça enquanto eu voltava para o acampamento, e meu grifo voava ao meu lado, e quando o mesmo cansava eu mudava o carro para que o mesmo pudesse descansar.

Quando chego ao acampamento vejo todo mundo lá, alguns deveriam estar voltando de missões, pois eu via que estavam um tanto quanto feridos, e então os curo rapidamente, somente para que pudessem ir para seus chalés e descansar um pouco. Dirijo-me primeiramente ao chalé de Deméter para procurar Thalita, mas não a vejo lá, o que me deixa um pouco preocupado, mas logo a encontro treinando, e fico ali com ela por um bom tempo.

Então a convido para um passeio na praia e encontro Michael e Lara, ali deitados na areia observando o mar, logo atiro uma flecha a dois centímetros de Michael e o mesmo quase morre de susto, mas quando me vê, vem logo me cumprimentar. Ele e sua namorada ficam me contando tudo o que tinha acontecido no acampamento e o tanto que Michael evoluíra. De repente Quíron chega ali, e então olha para nós quatro, com um olhar amedrontador, como se algo estranho estivesse acontecendo.



Eu preciso de vocês, para uma missão...
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Lara Helen Kevert em Ter Nov 08, 2011 10:34 pm

fico muito bom cunhadinho xD
continue assim(to tendo concorrência )
...



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||Guardiã dos Ventos ||Guerreira de Phobos||
[/b]
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Seg Nov 21, 2011 4:30 pm

Capítulo VI - O Torneio



Eu preciso de vocês para uma missão...

Quíron dissera aquilo deu m modo estranho, um tanto quanto assustado. Ninguém sabia do que se tratava, além de mim. Quíron tinha descoberto que eu sabia do que se tratava, eu conseguira ouvir o motivo. Michael não estava assustado, já era acostumado a receber missões assim, de repente, mas já as garotas ficam um tanto quanto assustadas. Thalita que estava deitada em meu colo se levante e olha para Quíron, Lara que conversava com Michael para e ouve atentamente o centauro.

Um torneio está ocorrendo no Hotel e Cassino Lótus. Estranhamos o fechamento do mesmo e mandamos um semi-deus averiguar, o mesmo só voltou a tempo de dizer que um torneio ocorria lá. Logo ele morreu, mas depois de um tempo de espionagem descobrimos. São quatro monstros agora, eram mais de 20, porém morreram. Um Manticore, um Ciclope acompanhado de uma Quimera, uma Hydra controlada por uma Harpia e um Leão de Neméia no comando de um indefinido, um semi-deus traidor. O prêmio é um cinturão, mas não é isso que importa. O que importa é o cristal no cinturão. Contém todos os quatro elementos, e o vencedor pode usá-lo em coisas inimagináveis. O poder do cristal é muito grande. Preciso de vocês lá, tem cinco minutos para se arrumarem.

Corremos para o nosso chalé. Todos conseguem levar a maioria das armas que deseja. Thalita se encarrega também de levar mantimentos caso precisemos. Barras de cereal, energéticos, água, ambrosia e néctar era o nosso kit. Entramos na réplica do carro solar. Combino com Michael de ele dirigir na ida e na volta eu dirigia. O carro vira um Lamborghini Diablo da cor branca em detalhes na cor laranja e verde. Voamos rapidamente até o local.

Pessoal, precisamos invadir isso aqui, ou eles já sabem que viemos?

Amor, acho que já sabem sim!

Thalita sorri e mostra um bilhete na porta, estava escrito assim:

“Semi-deuses mandados por Quíron, a névoa encobriu o bilhete. Cada luta ocorre em locais separados, o primeiro será contra o Manticore, quem lutará contra ele entre na cabine telefônica e disque 478954 quem quiser enfrentar o Ciclope digite 215564, quem desejar a Harpia o número é 784106, e por último, o indefinido, quem lutará contra ele digite 461037. ’’

Pessoal eu desejo enfrentar o Ciclope.

Então todos decidem seus adversários. Lara contra o semi-deus indefinido, Michael a Harpia e Thalita o Manticore. Michael, ao digitar seu respectivo número desaparece, todos fazem a mesma coisa, eu era o segundo. Dou um leve beijo em Thalita e lhe desejo boa sorte. Logo eu digito os números e caio em uma arena. Ela era aberta ao céu, consigo ver ao longe bolas de fogo lançadas, e percebo que as lutas já começaram.

Agora idiota você vai morrer.

O Ciclope estava acompanhado de uma Quimera, montava na mesma. Eu tinha escolhido um adversário forte, então ativo minha armadura e meu escudo, porém a Quimera me atinge muito rapidamente com a cauda e me joga longe. Com um baque forte bato em algo, que percebo ser o limite da arena, então, fico meio tonto, só o que consigo ver, é a espada de um ciclope, em minha garganta, apertando bem forte. O Ciclope sorri e então, salta, e tenta executar seu golpe...
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thalita De Vino em Qua Nov 23, 2011 3:50 pm

Adorei os dois ultimos capitulos - inclusive a parte da " a garota mais perfeita do mundo".
Concordo com a lara, temos concorrencia, XD
*-*


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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Qua Nov 23, 2011 8:03 pm

Beijão Amor *o*
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Sex Dez 02, 2011 2:08 pm

Capítulo VII - O Torneio part.II




Tudo acontecera tão rápido que eu não tivera tempo de me defender. Eu estava agora perto de ir novamente para o mundo inferior. Certamente Hades ia me encher de broncas, eu morrera duas vezes em tão pouco tempo, isso não era legal. Eu voltaria para o mundo, ou ficaria lá, junto com os mortos para sempre. Em pouco tempo eu seria esquecido, não seria nada, apenas uma lembrança, de um fraco, que nem ao menos pôde se defender. Tudo aquilo passava em minha mente, tão rapidamente que eu queria parar o tempo. Pensar melhor, mas não era o caso. Eu estava prestes a ser decepado. Então olho fixamente para o monstro. Meus olhos não eram como antes, tomavam uma cor preta, uma cor de morte, fúria. Então, quando a espada fica próxima ao meu corpo faço o ato mais improvável do mundo. Eu a seguro. Sangue escorria pela minha mão, o ciclope fica um tanto quanto confuso. Chuto o ciclope, o mesmo cai bem longe de mim. Ele não estava como antes, estava atordoado, estava amedrontado. Então o mesmo faz uma coisa um tanto quanto estranha. Ele transforma sua Quimera em um boneco, e guarda em seu bolso.

- Agora somos eu e você semi-deus, se eu morrer, o que é impossível, a Quimera assumirá meu lugar, assim não terás nem chance de viver. –

O mesmo corre em minha direção. Agora sim eu poderia observá-lo melhor. Ele usava uma camiseta branca e uma espécie de armadura, mas de couro, o que não era uma proteção tão forte. Usava uma calça jeans, o que o deixava bem engraçado naquele momento de luta. Umas luvas cobriam suas mãos. O mesmo quando chega até mim salta, e tenta me golpear com um soco, porém esquivo, e ele soca o chão, fazendo uma rachadura.

- É isso que te dá tanta força, bem, acho que então, só arrancar sua mão e posso derrotá-lo –

Então eu faço uma coisa que, eu sabia que poderia, mas não gostava. Viro um minotauro com a habilidade de Sapuris. Eu era movido pela raiva agora, pela vontade de matar, era como se fosse um Thomas só que mais forte e maior. O ciclope olha para mim com muito medo. Vejo que ele perdera toda a sua coragem, agora suas pernas e mãos tremiam muito, e era isso que eu queria. Corro na direção dele, para tentar uma investida com os chifres, porém o mesmo da um salto para o lado e tenta me socar. No entanto seguro sua mão, e aperto, sentindo seus ossos serem transformados em pó. O mesmo se retorce de dor e dá um grito de agonia. Então, o jogo para frente e dou uma investia, acertando meus chifres em sua cabeça. Agora eu estava mais calmo, e consigo voltar ao normal, eu era o Thomas de sempre.

- CADÊ AQUELA QUIMERA QUE IRIA ME ENFRENTAR? QUERO VÊ-LA –

Então sou jogado a muitos metros de distância de onde eu estava. Quando me viro, minha visão tenta voltar ao normal, as imagens ficavam embaralhadas, então, só depois de um tempo, vejo o que me acertou. A Quimera. Ela me olhava com um ar de superioridade, como se estivesse prevendo minha morte. Logo desativo meu escudo. Olho para ela fixamente, e também desativo minha armadura. Estava sem proteção alguma, eu a enfrentaria com meu Arco. Ativo o mesmo, que era uma réplica do arco de Apolo. E pego uma flecha de minha aljava. Ponho-a no arco e lanço, eu não usara aquele arco, era muito difícil de por a flecha no mesmo, a força usada era imensa, então após lançar a flecha vejo que ela acertara a Quimera tão rápido quanto um piscar de olhos. Então ouço palmas vindo de longe, e percebo então que havia uma platéia, assistindo. Percebo então que batiam palmas depois de ouvir um monstro dar um grande grito agudo de dor. Era um manticore, eu não me lembrava quem lutaria com o mesmo, mas então me concentro na luta. Depois eu perguntaria para os outros quem o derrotara, mas agora era hora de lutar. O monstro se lança contra mim, e então, segura o meu pescoço com sua cauda, e começa a apertar. Eu estava sendo enforcado. Estava ficando fraco então uso meu poder, e conjuro uma pequena quantidade de fogo, e lanço na cauda, e a mesma começa a se mexer no ar, me levando consigo, e me joga no chão.

- ESSA É PARA VOCÊ, PAI –.

Eu me levanto com muita dificuldade do chão. Percebo que na ponta da cauda havia uma lâmina, que ao me jogar no chão me faz um grande corte no braço, o que o fazia sangrar bastante. Ouço novamente os urros da torcida, mais um monstro morto. Então transformo meu cinto em uma corda e com dificuldade consigo laçar uma das cabeças da Quimera. Começo a sugar sua energia. Então, percebo que ela estava ficando fraca, era minha chance. Salto sobre ela e ponho cinco flechas em meu arco, e lanço. A mira, certeira, a acerta, e percebo ela começar a se retorcer. Ela estava morta. Então, o que era invisível ao meu redor aparece. Uma platéia estava lá. Vários tipos de monstros, semi-deuses, etc. Um homem vem ao meu encontro, e sorri para mim.

- Parabéns semi-deus, agora espere sua amiga derrotar o monstro que depois, haverá uma surpresa para vocês -
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Bonnie Cromwell em Seg Dez 05, 2011 12:50 am

legal a fic
'-'
leiam a minha tambem ^-^
http://pjbegins.forumeiros.com/t446-cronicas-do-sonhar


O0o0O0o0O0o0O0o
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Sab Dez 10, 2011 5:33 pm

Claro que leio XD
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thomas Holmes em Sab Dez 10, 2011 5:44 pm

Capítulo VIII - O Torneio part.Final




Eu havia acabado de lutar, estava com vários cortes no corpo. Minha cabeça doía bastante, e eu mancava muito. Sou encaminhado, por aquele mesmo homem, eu nem dava bola quem era ele vestia uma capa negra, que cobria todo o seu corpo, até uma sala, onde havia vários curativos e alguns aparelhos de musculação etc. Então o homem tira sua caba e lá aparece ele, que eu não via fazia muito tempo. Meu Pai.

Ele estava com um grande sorriso, vestia um terno simples, e me dá um abraço. Eu não conversava muito com meu pai, nunca o via. A última vez fora quando ele reclamara Michael, meu irmão. Ele então põe sua mão em minha testa, e uma onda de calor passa por todo o meu corpo, e todos os cortes, machucados e dores somem repentinamente.

Lutou bravamente filho, você, e seu irmão, ele também venceu. Eu assisti a luta de vocês, magia dos deuses faz milagres, consegui me dividir em dois para ver vocês. Mas não estou aqui por isso, admito, fui um pai ausente, mas aqui estou eu, o que me conta desde nossa última conversa?

Era muito estranho conversar com meu pai. Era muito estranho eu conversar. Antes de conhecer Thalita, eu não era do tipo sociável, não era um garoto de muitos amigos. Além do que, ser um espectro não ajudava. Às vezes sem querer, coisas estranhas aconteciam. Eu via pessoas sendo torturadas, pessoas morrendo, aquilo não era muito legal.

Então olho nos olhos de meu pai, era como se tudo no mundo, tudo de ruim fosse embora, era um momento raro que eu tinha de conversar com meu pai, e eu não ia desperdiçá-lo. Conto a meu pai daquela missão, e ele me conta, que ele que nos indicara para a tarefa. Conversamos sobre tudo que acontecera, passara um bom tempo, quando de repente sinto uma mão em meus olhos.

Levanto-me e lá estava ela, Thalita de Vino, não uma garota, A garota, a minha garota, a garota que eu amava. Sorrio e dou um beijo demorado nela. Havia muitos cortes em seu corpo, então consigo curar parte deles e me sinto meio tonto, não estava tão forte como pensava. Meu pai termina de curá-la, e ela sorri, e me abraça forte. Volto a sentar em um pequeno banco de madeira onde conversava com meu pai. Ela senta em meu colo e fica conversando com meu pai também.


Então estão namorando? Bem, isso é bom, deveria ter conhecido Thomas antes de namorarem, quando ele foi reclamado, era um garoto digamos vândalo. E filho, só para avisar, eu vi quando você encheu de esterco a comida do acampamento.


É incrível, que, depois de passar um tempo com os pais, já dá aquela vontade de matá-los. Depois de um tempo chegam Michael e Lara, que também haviam ganhado. Nós ficamos ali conversando. Apolo, diz ter se infiltrado para poder nos ver. Então outro homem aparece ali.


Hey, vocês quatro, quem é o líder? Quem vai receber o cinturão?


Então, ficamos nos entreolhando. Ninguém se oferecera, poderia ser uma armadilha. Poderia ser um monstro disfarçado para poder nos matar. Então, como eu já estava morto, eu vou só que, só eu sabia que aquele homem não era um monstro, era quase, ele era apenas, Hades.
Todos ficam me olhando quando saio. Apolo então desaparece em um clarão de luz. Sigo então com Hades até um tipo de arena. Era a arena onde eu estivera. Estava meio diferente. Várias pessoas estavam lá. Eu sentia que alguma coisa estava errada.
Primeira coisa: Como Hades e Apolo conseguiram se infiltrar lá? Segunda: Cadê aquele cinturão que Quíron nos mandara pegar? Várias coisas passavam na minha cabeça naquele momento.

Então Hades traz o cinturão. Era feito de couro marrom. Vários diamantes e rubis o cercavam, porém um cristal, verde, bem no centro era o que se destacava. Trazia consigo uma aura que brilhava muito forte. O cinturão é posto em mim. Sinto um grande poder em meu corpo. E uma aura verde me envolve. Logo eu e meus amigos somos levados para fora do Hotel e Cassino Lótus, e em um piscar de olhos o Hotel volta a ser como antes. Entramos no carro e sorrio.

Vamos para casa galera...
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

Mensagem por Thalita De Vino em Sab Dez 10, 2011 7:35 pm

Eu te amo muito thomas, to amando ler sua fic

bjs


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'-'


Sozinha eu não sou ninguem, mas com você eu consiguo ser alguem.
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Re: A vida de um semi-deus perturbado

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