As aventuras de uma semi-deusa perdida

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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Bonnie Cromwell em Sex Maio 13, 2011 5:55 pm

esta legal -^.^-quero aparecer


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Sex Maio 13, 2011 9:44 pm

Valeu tah nos proximos ok?


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Dom Maio 22, 2011 8:54 pm

*Capitulo 7*
Luto contra telquines
Depois de uma bela noite de descanso sem pesadelos, acordo bem disposta, e já que estou em direção a uma missão pego minhas duas armas, a faca de bronze e a adaga da natureza, coloco em uma mochila e me dirijo a saída do chalé, e encontro annabeth e dimitry na porta.
-Estou tão ansiosa com essa missão, qual foi a sua primeira missão, dimitry?-pergunto
-Eu tive que derrotar um dragão.-diz dimitry.-nada demais.
-um dra...dragão?você ainda acha nada demais?agora é que eu não vou mesmo pra essa missão, é capaz de eu não voltar viva.
-É, pode acontecer. Diz dimitry.-não é tão raro assim.
-E você me diz isso na cara de pau?-digo.agora eu não vou de modo algum.
-Thalita, fique tranquila, telquines não são tão difíceis de matar, pode ir sem medo. Diz annabeth.
-Tomara que seja assim mesmo, eu só tenho quatorze anos, tenho muito que viver ainda.-digo.
-Thalita, antes de ir, quero te dar isto. Diz dimitry.
Dimitry me entrega dois frascos de nectar e um pacote de ambrosia.
-Obrigada, dimitry, sei que vai me ajudar muito.-digo.-espero voltar com vida pra te agradecer.
-Poupe seu tempo e vá, tenho certeza de que vai conseguir-diz annabeth.
Não podia mais perder tempo, então esqueço as despedidas e vou até o empire states o mais rápido possível.Chegando lá vejo a mesma cena do sonho, uma multidão desesperada e três telquines.
Tento me aproximar deles para saber o que estão fazendo, mas eles acabam percebendo minha presença e vem me atacar. Como por reflexo pego minha adaga e ataco um ods telquines, mas ele consegue desviar e faz um corte em meu braço esquerdo.
Eles estavam carregando um escudo grande que brilhava, eu tinha que destruí-los e pegar aquele escudo.Enquano tento me desviar dos ataques do segundo telquine, vou a tentativa de pagar o escudo, mas acabo sendo interrompida pelo primeiro telquine. Tento me desviar de seus ataques, mas ele me ataca de modo que me deixa caída no chão. Tento me levantar, mas não consiguo, tenho que planejar o que fazer.
Quando consiguo me reanimar, pego minha adaga e ataco o segundo telquine que logo morre, agora resta os outros dois.
Aproveito a distração do terceiro e o ataco, e ele vira poeira, agora tenho que atacar o ultimo telquine que restou e pegar o escudo.
Com muito cuidado, pego minha adaga e lanço em direção ao telquine, que logo morre e vira cinzas, eu pego o escudo finalmente e dou a missão por terminada.
Para me recuperar dos ferimentos, pego um pedaço de ambrosia, no qual dimitry me deu, e logo me sinto melhor.
Como a missão tinha acabado, e não tinha mais nada a fazer, volto logo ao acampamento, esperando que não aconteça mais nada.



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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Jullie Robert em Dom Maio 22, 2011 9:01 pm

Adoro!
;D
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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Convidad em Dom Maio 29, 2011 9:44 pm

Adorei *-*
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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Ter Jun 07, 2011 3:35 pm

to quase postando o oitavo, esperem =D


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Ter Jul 05, 2011 8:25 pm

*Capitulo 8*
De volta ao acampamento
Logo que termino minha missão, volto ao acampamento, mas logo que chego vejo o Dimitry e o Danilo saindo do acampamento, e pergunto.
-Para onde vocês estão indo?
-Estamos saindo em uma missão. -diz Danilo
-Vamos resgatar as 5 runas dos elementos. -completa Dimitry.
-Ok, vou fingir que entendi. -digo-, mas logo vejo os dois subirem em uma vassoura. "Espera um pouco, uma vassoura", penso, e completo: - vocês vão para uma missão em cima de uma vassoura?
-Pobre Thalita, esqueceu que eu sou filho de Hecate, o que os feiticeiros fazem com vassouras?-diz Dimitry.
-Voam. -completa Danilo.
A vassoura começa a voar do anda e acabo tomando um susto, ver meu irmão Danilo e meu amigo Dimitry em uma vassoura voadora era muita loucura pra mim, que mau sabia sobre minha própria existência.
Dou adeus para eles, enquanto saem voando do acampamento. Vou para meu chalé descansar, já que eu tivera um dia longo e cansativo, tinha que colocar minha mente no lugar.
No dia seguinte, logo ao acordar, vejo Dimitry no pé da minha cama, mas o que eu não entendera era o modo que o via, ele estava transparente, como se fosse um fantasma, e, ao perceber isso, eu grito assustada.
-Ahhh.. Dimitry, você morreu? e o Danilo, ele está bem? O que aconteceu me diz logo. -digo desesperada.
-Calma Thalita, eu não estou morto, muito menos o Danilo...
-Graças aos deuses, não sei o que faria se acontecesse alguma coisa com vocês, -digo aliviada - mas, então, porque você tá assim, você não devia está em Quebec?
-Sim, estou
-Mas não entendo, como você pode estar em dois lugares ao mesmo tempo?
-Eu estou lhe enviando uma mensagem de íris, é difícil te explicar, é como um torpedo, depois te ensino a mandar uma, enfim, eu quero te pedir uma coisa.
-Pode pedir, desde que esteja ao meu alcance.
-Eu preciso que você cuide do meu dragão, eu e o Danilo já resgatamos uma das runas, a da agua, mas a runa criou uma sereiana para lutar e se defender, eu acho que vamos demorar para reunir as outras.
-Pode deixar comigo, não deve ser tão difícil assim, só uma coisa, ele é muito grande?
-Não, ele é um dragão pigmeu, ele é pequeno, só tem um metro de comprimento, você só precisa alimenta-lo, eu pediria a Kiara, mas ele tem medo dele, ele está no laboratório subterrâneo do meu chalé.
-Tem um laboratório subterrâneo em seu chalé, que máximo!
-Tenho de ir, adeus...- e Dimitry desaparece.
Depois de me arrumar, me dirijo ao chalé de Hecate, bato na porta, a Kiara abre diz:
-Até que enfim você veio cuidar daquele monstrinho.
A Kiara me puxa para dentro e anda até a lareira, ela começa a falar umas palavras, parecia um encanto, de repente, quando ela para de falar, o fogo da lareira se apaga e onde tinha fogo uma escada se forma, a Kiara cita que esta escada levar até o laboratório, eu desço os degraus e observo o laboratório.
O laboratório, por si só, dava para imaginar o quanto era grandioso, literalmente, tinha varias escrivaninhas e aquelas mesas de escola com pias, e caldeirões com poções magicas, e outras coisas a mais.
Distraída com o lugar, um lagarto preto sai da escuridão, tinha o tamanho que Dimitry me descrevera, ele abre as asas e voa em minha direção, mostrando os dentes pequenos, mas que deram medo. Ele me derruba, mas logo me levanto, e vejo só as sombras de Kiara, correndo de medo, por causa do dragão ele não parava de voar, e pro meu azar tive que correr atrás dele, e o pior que a Kiara não parava de gritar o que piorava a situação, então, de repente, me vejo fora do laboratório e quando quase pego o dragão, ele começa a correr sem rumo, eu corro atrás dele, até que saio do chalé de Hecate, e vejo o dragão indo em direção a um campista, que o pega por impulso, e eu vou em sua direção, já cansada, com a respiração ofegante.
-Valeu por ter pegado essa peste. -digo
-Sem problema, mas seria mais fácil para você se a Kiara não saísse por ai gritando por causa de um pequenino dragão. –Diz ele.
-Ei?!, eu escutei essa, viu? –Diz Kiara.
-Desculpe se não me apresentei, meu nome é Michael, filho de Apolo, e você é filha de Deméter, não é? , estranho você não conseguir alcança-lo, já que filhos de Deméter são mais habilidosos ao ar livre. –Diz Michael.
-Eu nem sabia disso. Meu nome é Thalita, você poderia me ajudar com o dragão?, não sei como cuidar dele. –Digo
-Posso sim, já li muitos livros sobre dragões pigmeus. –Diz Michael- e te dou uma dica, eles sentem sua emoções, quando você está calma, ele fica calmo, mas se você fica histérica, como a Kiara ali, ele fica agitado, pensando que está em perigo.
-Então, na hora em que cheguei ao chalé e ele mostrou seus dentes, ele pensava que a kiara estava em perigo?- pergunto
-Provavelmente ele te viu como inimigo, não vai ser fácil cuidar dele, a única coisa a fazer é torna-se amigo dele, dando confiança a ele, e mostrar a ele que não irá lhe fazer nenhum mal.
-Obrigada pelas dicas, foi bom te encontrar, estou meio perdida aqui.
-Entendo, fiquei assim quando cheguei aqui, mas não se preocupe uma hora você vai entender tudo que se passa aqui, mesmo que demore uma eternidade. Termina Michael.



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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Nico di Angelo em Qua Jul 06, 2011 8:59 pm

nem pra eu estar no próximo cap hein...


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Sab Jul 09, 2011 4:10 pm

Nico, vc só aparece no capitulo 13, mas é nele todo!


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Nico di Angelo em Dom Jul 10, 2011 12:25 am

\oooooooooooooooooooooooo/ eu vo aparecer o capitul o todooooo


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Dom Jul 10, 2011 11:09 am

KKKKKKK
vai demorar um pouco pra chegar o cap. 13, mas vou tentar botar mais rápido!!!!


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Ter Ago 02, 2011 6:55 pm

*Capitulo 9*
Visita ao rio zéfiro
Não aguentava mais aquele dragão, ele me deixava muito cansada, tirava todas as minhas energias, sem falar na Kiara que, além de não me ajudar, ficava o tempo todo gritando e correndo para todos os lados, nunca vi uma garota tão... Medrosa.
Por um longo tempo pense que esse pesadelo nunca iria acabar, só que o dragão, já cansado como eu, pegou no sono ao meu lado no laboratório, fiquei aliviada, já que estava dormindo, dei um jeito de fugir sem acorda-lo, e consegui, então resolvi dar um volta no acampamento e eu encontro a Sophie conversando com um garoto, não liguei para ele e chamei Sophie.
-Oi Sophie, tem alguma coisa para fazer agora?
-Eu vou nadar um pouco no rio zéfiro, quer ir?- diz Sophie - sei que você está muito cansada, será bom para você descansar um pouco.
-É bom mesmo, eu já vou, vou pegar uma roupa de banho e volto, O.K?
-O.K, te espero lá.
Logo visto meu biquíni florido, pego uma toalha e vou a rio zéfiro, onde encontro, não só a Sophie, como a Annabeth, Michael, Hugo e Lara.
Eu estava a ponto de desmaiar de tão cansada que estava, então não deu muito tempo e logo mergulho no rio, e para relaxar um pouco, fico flutuando. Senti-me renovada, fiquei tranquila, mas não gostava muito da agua, então preferi sair, então pego minha toalha, estendo-a no chão e me deito para descansar um pouco, até que a Sophie me acorda, e eu levo um susto.
-Sophie, sua louca, eu estava dormindo.
-Justamente por isso que lhe acordei, não se deve confiar no sono. Mais outro motivo, quero te apresentar uma pessoa.
-Então, você me acordou para me apresentar uma pessoa, tomara que seja importante.
-Este é o Thomas, ele estava conversando comigo naquela hora, ele também é filho de Apolo, como eu. – diz Sophie – achei você curiosas para saber quem era, então te apresentei.
-Certo, prazer em conhecê-lo, Thomas, meu nome é Thalita, filha de Deméter, bom te conhecer. - digo
-Acho que posso dizer o mesmo- diz Thomas, sorrindo. - então, você é novata, não é? Está gostando do acampamento?
-Tenho que gostar, aqui vai ser minha casa por um longo tempo, mas não conheço muito- digo.
-vi você no rio, estava muito cansada, não é?
-Bastante, estou cuidando do dragão do Dimitry, ele é uma peste.
-Sei, por isso nunca me meti com ele, mas não quer dar outro mergulho?
-Acho que não, vou descansar mais um pouco, alias, eu já estou em direção ao chalé, tenho que dormir um pouco.
-Tem certeza?- diz ele, comum tom irônico e um olhar atrevido pra cima de mim.- seria melhor para você relaxar.
-Para de insistir, já chega, eu vou dormir.
De repente, o Thomas me levanta, e me leva em direção ao rio, me jogando na agua, mas o que achei mais estranho é que ele foi junto e ficou bem próximo de mim, o que não gostei muito, e só pelo fato dele está perto, eu dei uma tapa na cara dele, todos estavam olhando para a situação, outros riam, outros olhavam assustados, só a Sophie que não ficou parada, olhando, ela foi em minha direção, até que Thomas puxa minha perna e quase me afogo, mas a Sophie não deixou, se não fosse por ela, iria rolar briga.
-Porque você fez isso Thomas?- pergunta Sophie- ela podia ter se afogado.
-Eu só estava brincando- diz Thomas, rindo da situação- não pensava que iria afoga-la.
-Você me joga na agua e puxa minha perna e espera que eu não me afogue? Tá pensando que eu sou filha de Poseidon? – ironizei, de proposito. - na próxima vez, você será castigado.
Depois que falei isso, me deu uma vontade grande de rir, por mais que fosse filha de Deméter, estava agindo como filha de Hades, o que Thomas fizera não tem perdão e ele vai pagar por isso, vai ter vingança.
Eu já estava cansada por causa do dragão, e agora estava cansada e molhada, tive sorte quando voltei ao laboratório e o dragão ainda estava dormindo, só faltava um banho e uma cama para melhorar meu dia.
Fui direto para o chalé, logo que tomo um banho, vou dormir, quase que impossível acordar.



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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Bonnie Cromwell em Qua Out 12, 2011 2:01 pm

bota eu em algum cap ^^


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Qua Nov 16, 2011 4:38 pm

*Capitulo 10*


A tormenta retorna

Logo que caio em sono profundo, vem em meu sonho uma imagem terrível, com medo de ser um daqueles sonhos reais, reparo bem nos detalhes, vejo um jardim, e logo no fundo me assusto, vejo um dragão dez meses maior que o dragão de dimitry, só que olho para ele e, meio sem entender me aproximo, ele estava fraco. Vendo a sua situação avisto hespérides, atormentadas com a situação do dragão, elas gritam por meu nome, fico desesperada sem saber o que fazer, e acordo, pois Hugo me acorda.
-Thalita, o que foi? - pergunta hugo. - Vi você gritando, foi um daqueles sonhos que você tem?
-Eu acho que sim,- digo, desesperada. - está acontecendo alguma coisa com aquele dragão, eu tenho que ajuda-lo.

Eu tento me levantar, mas Hugo me impede.
-Você não pode ajuda-lo, foi um sonho, não tá acontecendo nada com esse tal dragão.
-Da ultima vez que tive um sonho assim, tive que ir pro Empire States.
-Se acalma Thalita, não tá acontecendo nada, -Diz Hugo, me oferecendo agua, - beba esta agua, você vai melhorar

Bebo a agua, e logo depois vejo a Annabeth correndo em nossa direção.
-Thalita, o pã está a sua procura.
-Imagino porque.
-Ela teve um daqueles sonhos estranhos. -Diz hugo.
-Bom, então realmente a situação é grave, - diz Annabeth- , veja logo, que logo irá desvendar esse "mistério".
Logo que me acalmo, vou em direção a Pã.
-Thalita, tenho que te perguntar como foi seu sonho?
Eu digo o sonho para Pã, com todos os detalhes.
-Eu acho melhor ela consultar o oraculo, Pã.. - Diz Annabeth.
-O que é o oraculo?- pergunto.
-Você verá, ele te dirá uma profecia, uma "previsão" do que irá acontecer com você.- diz Annabeth.
-Annabeth, leve-a para consultar o oraculo rapidamente. - Diz Pã para Annabeth. - e thalita, quando chegar lá irá sozinha, como deve ser.

Annabeth me leva para uma casa enorme. Ao entrarmos, pergunto:
-Porque você ainda está comigo?
-Ainda não chegamos.

Vamos em direção a um porão, apartir dali Annabeth me deixa sozinha e me deseja Boa sorte.
Ao entrar, logo de relance, vejo várias telas de pinturas desconhecidas, nas quais percebe-se serem feitas por um pintor iniciante,. e logo vejo uma garota ruiva, pintando um novo quadro. Logo que a vejo ela começa a falar.
-De incio vos digo: Um olho só te buscará.
Não entendo, mas deixo ela continuar.
A maldição de hecate descerá sobre teu protejido...
Entendo um pouco, hecate é deusa da magia, tem algo a ver.
-Sofrerás na mão do por do sol, andarás pelo solo dos monstros...
Solo dos monstros? Será meu destino?
-Seguirás com quatro mãos e retornarás a sua morada.
Quando ela termina, saio em direção a Annabeth, que me esperava lá fora, vamos em direção à Pã e vos digo a profecia.
-Andarás pelo solo dos monstros, acho que sei para onde você vai.
-Onde?,quero saber.
-Você me disse, do sonho, que viu hesperides?
-Sim, disse, isso diz alguma coisa?
-Quase tudo, você viu o jardim de hesperides, que fica em São Francisco.
-Solo dos monstros, é obvio.- diz Annabeth.- Mas é muito perigoso, ela não pode ir sozinha.
-Seguirás com quatro mãos.- digo. - Eu tenho que ir com alguem, mas quem?
-Annabeth, chame a Lara, - diz Pã, - ela está preparada pra isso.
Annabeth vai para o chalé da lara e a chama, ela vem euforica.
-Você quer realmente ir, lara? - pegunta pã.
-Sem sombra de dúvidas- diz lara- esperei por esta missão a meses.
-Lara, mesmo sendo da mesma idadeda thalita, quero que proteja-a, ela é muito nova em relação sua história.- diz pã.
-Sem problema, vou proteje-la ao maximo, mas espero que ela não se meta em roubadas.
-Temos que nos preparar, lara-digo.- não temos muito tempo.
-Só peço que descansem um pouco enquanto arrumam suas mochilas.- diz pã.
-Pode deixar- eu e lara dizemos juntas,
lara vai para seu chalé e eu para o meu. Logo que chego vejo Hugo.
-Recebeu uma missão, não é?
-Sim, recebi, tomara que dê tudo certo, não quero morrer antes de ver o Dan.
-Não se preoculpe, você se deu bem antes, agora será melhor, jásabe como é.
-Adoraria que você fosse comigo, mas a lara já vai, e só irá duas pessoas, então...
-então, boa sorte, fico lhe esperando, sei que você vai voltar.
Pego minha adaga da natureza e meu escudo, coloco em minha mochila, abraço hugo, até que a lara chega.
-Thalita, tá na hora.
-Te cuida hugo, agora você está com a carolline, cuide dela e do chalé.
-Pode deixar, maninha.
Antes que eu saia, avisto o thomas.
-Thalita, boa sorte na missão, você vai se dar bem.
-Não é porque vou para uma missão que vou esquecer o que você fez. Aguarde minha chegada.
-Sem estresse thalita, só vim para te desejar boa sorte, e trazer um saco de ambrosia, você vai precisar.
-Obrigada.
-Vamos thalita, não temos muito tempo.-dia lara.
A minha ida já era desperadora, mas na minha volta teria de dar o troco. ponho o saco de ambrosia na mochila e saio do chalé.


Última edição por Thalita De Vino em Seg Nov 28, 2011 11:03 am, editado 1 vez(es)


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thomas Holmes em Seg Nov 21, 2011 4:32 pm

Adorei sua fic Amor

Está muito legal

Me poe dnv? *-*
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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Qua Nov 23, 2011 2:37 pm

pode ter certeza de que vc ainda vai aparecer mt aki


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Seg Nov 28, 2011 11:00 am

*Capitulo 11*
Bem-vindos a São Francisco

Após sair do chalé, nós nos encaminhamos até o estabulo e a Lara se aproxima de um pégaso todo negro, meio arisco.
-Oi Darksoul!- diz Lara.
Ela o tira do estabulo, nós montamos nele e ela diz:
-Amigão, vamos para São Francisco, voe por cima das nuvens, O.K?
De repente, Lara manipula uma nevoa, o suficiente para que mortais não nos vissem.
Durante o voo em direção a São Francisco, paramos em um morro baixo, em algum lugar em Long Island, para descansar, Não ficamos muito tempo, tínhamos que chegar rápido, pois já estava quase no pôr-do-sol.Nós nos apreçamos e, em meio a pressa, me lembro de uma parte da profecia: Sofrerás nas mãos do pôr-do-sol. Perdemos tempo em parar, então, logo levantamos voo até o jardim, o mais rápido possivel.
Voamos por vários lugares, como não me acostumei muito, não passo bem, mas prosseguimos.
Quando chegamos no jardim, encontramos um dragão fraco, provavelmente o do sonho. A seguir, encontramos as hesperides, que falam juntas:
-Vocês precisam nos ajudar, Ládon está enfraquecendo, tem ladrões invasores aqui.
Realmente tínhamos pouco tempo para salva-lo, mas nada explica sua situação.
-Como ele ficou assim? - pergunto.
- Não sabemos bem, só o que vimos foram pegadas próximas de Ládon, ao ser envenenado.- diz uma das hespérides,

A maldição de hecate descerá sobre teu protegido, já dizia tudo, o dragão foi envenenado por um dos venenos de Hecate, mas não fora ela a impostora, e sim um dos invasores.
Tínhamos que proteger Ládon. Lara e eu andamos por todo o jardim, á procura dos invasores, mas não encontramos nada.
-Acho que os invasores já foram.- diz Lara.
-Não tenho certeza.- digo.

Quando falo isso, duas sombras aparecem, uma de um ciclope e outra de um manticore, tinhamos que defender Ládon e as hesperides dos monstros.
O ciclope já me esperava, a profecia dizia: Um olho só lhe buscará, agora não esperava o manticore, então vi que este monstro não tinha nada a ver comigo.
-Lara, lembre-se da profecia, não diz nada sobre o manticore, então ele é todo seu.
Já estava bom demais pra ser verdade, tinha que ter um monstro para atrapalhar, portanto o que me resta é somente lutar.


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Seg Nov 28, 2011 11:45 am

*Capitulo 12*
Luta com o ciclope
Vendo a situação, pego minha adaga, e a Lara não perde tempo.
Ela usa seu poder de geocinese inciante e joga uma pedra no olho do ciclope e uma no manticore, logo empunha sua espada eletrica e a de ferro estigio, corre em direção ao manticore, mergulha no chão, de modo que para atrás do manticore e crava a espada eletrica em suas costas, ela recua, e com a espada de ferro se defende de possiveis ataques de espinho, usa seu poder de terremoto tentando fazer o ciclope desiquilibrar e cair no chão.
Em meio as chances, pego minha adaga e ataco o ciclope. A Lara não fica segura em relação ao manticore. Ela fica na frente das hesperides e de Ládon, erge seu arco e ataca várias flechas contra ele.
Logo após meu ataque, o ciclope vai em direção a Lara, enquanto o manticore pula em cima de uma arvore de eucalipto e fica atirando espinhos em nós.
Vendo a situação, a Lara diz:
-Thalita, cuida do ciclope que eu cuido do manticore!
Ela usa novamente o poder da geocinese, lança varias pedras no manticore, junto com suas flechas de prata. A seguir, ela vai em direção ao ciclope, passa por debaixo de suas pernas e crava sua espada eletrica em seu calcanhar.
-Pode deixar, Lara. o ciclope agora é meu.
Pego meu escudo para evitar que o ciclope me machuque, uso meu poder de constrição iniciante para segurar um pouco o ciclope, e ataco com a adaga novamente.
Estavamos indo bem, mas Ládon estava quase morrendo, só faltava pouco tempo para ele desabar. Tinhamos que agir rápido para pegar um antidoto que estava na mão do ciclope.
-Thalita, proteja minha retaquarda.
Ela usa outra vez o poder de geocinese contra o ciclope e o manticore, faz um terremoto para que o ciclope caissi no chão e ela cravasse a espada de ferro estigio em seu peito e usasse a eletrica para fazer um corte em sua garganta, ela pega o frasco com o antidoto e lança-o para mim.
-Thalita, dê para Ládon.
Lara continua atacando o manticore, enquanto vou até Ládon para dar o antidoto, torcendo para que Lara consiga eliminar os monstros.
Lara estava se arriscando demais ao tentar defender Ládon e as hespérides sozinha, enquanto eu dava o antidoto para Ládon, ela estava sendo atacada pelo manticore, que lhe atirou um espinho no ombro esquerdo.
-Thalita, quando terminar aí, dá para vir me ajudar? seria de bom grado.
Ela lança pedras nos dois e, com seu arco, atira várias flechas sem parar. Corre em direção ao manticore, mergulha no chão, faz o chão tremer novamente, fazendo-o perder o equilibrio, e num golpe preciso e rápido com a espada de ferro estigio, tenta decapta-lo, logo recua e se defende de futuros ataques com a espada eletrica.
-Thalita, é pra hoje ou tá dificil?
-Já estou indo, Lara!

Pego minha adaga e tento atacar o ciclope de modo que facilite a atenção da Lara.
Mesmo depois de atacar o manticore, ele não morre, ele só cai da arvore. Com o Ládon se recuperando podiamos atacar sem preocupação.
-Thalita, o ciclope é seu.Eu cuido do porco espinho.
Ela usa o poder de controle da natureza para fazer com que galhos se agarrassem no manticore, o prendendoi, logo usa sua flauta de bambu, a toca sonifera ilha( musica de controle iniciante de pedras) e lança várias pedras nele, tentando faze-lo ficar desorientado, e depois que corre e pega impulso, crava suas duas espadas nele.
-Já que sobrou o ciclope pra mim, lá vou eu!- digo.
Pego meu escudo novamente e faço crescer gramíneas pequenas no chão para prender o ciclope e o ataco com a adaga, enquanto estabilizado.
-Tá cabando, agora é partir pro abraço e mandar ver!- diz Lara.
Ela ergue o arco e mira duas flechas no manticore, a fim de destrui-lo, logo pega sua espeda de ferro estigio, corre rapidamente em sua direção, o ataca várias vezes, e usa novamente o poder do terremoto. Crava a espada em seu peito.
-Morre diabo.
Ela corre em direção ao ciclope, usa o poder de geocinese e lança uma pedra contra ele, distraindo-o.
-Ataca thalita.
-Dessa vez vou querer perigo.

Largo meu escudo, pois não preciso mais dele, e ataco o ciclope novamente com minha daga, a espera de que le não reaja.
Depois de nosso ataques, os monstros viram poeira e suas essencias voltam para o tartaro, o dragão Ládon estava curado, portanto não tinhamos mais o que fazer.
Logo voltamos ao acampamento com Darksuol.
Chegando lá, Pã nos parbeniza e nos dá recompensas - o que não veio à minha mente - Lara recebe adagas de manticore, feitas de espinhos de manticore envenenadas, e eu ganho uma lança de ciclope, jeita de bronze celestial, forjada pelo ciclope.
Todos elogiavam meu desempenho, mas aqueles que mais queria ouvir não estavam ali, mas me contento, fiquei grata por todos, exceto um, o que eu mais odiava, o que mais tinha raiva, ele simplismente ironizou o momento, esqueceu o mal entendido, e veio até mim me parabenizar.
-Parabéns Thalita, eu sabia que iria conseguir.- diz Thomas.
-Você não estava por perto, por isso consegui.
-Você não esqueceu, não é?
-Mais é claro que não, te falei e cumprirei o que disse, aliás ainda tenho motivos pra lhe matar, portanto prepare-se.
-Tó morrendo de medo.
-O que você quis dizer com isso?
-Nada, só estou falando que, se quer mesmo se vingar porque não lutamos agora?
-Adoraria, mas meu estado não ajuda, não se apresse, a morte logo virá.

Depois disso, vou para meu chalé o mais rápidop possivel, jogo minha mochila no chão e descanço


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Bonnie Cromwell em Seg Dez 05, 2011 9:18 pm

hum ta demorando pra postar os outros caps na tha ??


O0o0O0o0O0o0O0o
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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Seg Dez 05, 2011 11:11 pm

*Capitulo 13*

Destino traiçoeiro

Na ultima missão, pensei em meu fim, mas logo que durmo sinto o quanto dói lutar. Em todo meu tempo de garota normal nunca enfrentei monstros desse porte (na verdade nunca enfrentei monstro algum. Nós só sabemos o quanto lutamos quando descansamos, estava mortalmente ferida e fraca, nem deu tempo para me curar com ambrosia, até porque só aceitei isto de Thomas por consideração, nunca confiaria nele.

No dia seguinte, já me sentia melhor, me senti aliviada, o dragão Ládon não estava mais em perigo, nesta parte eu relaxei, mas em relação ao Thomas não, ele teria que ser castigado, queria matá-lo, mas depois de ontem não desejei mais isto, não sei o porquê, só não queria vê-lo morto, até porque não conseguiria matá-lo, eu só queria que ele pagasse pelo que fez, era questão de orgulho, e eu não queria mais me sentir como uma filha de Hades.

Logo que acordo, me arrumo e vou passear pelos campos de morango, era bom ficar ali, além de ter um cheiro agradável, me fazia sentir mais calma.

Fico um bom tempo lá, paro um pouco para pensar na vida, de como era antes de descobrir que era uma semideusa, de quando estudava no Knowville, era muito bom quando não estava em perigo, mas quando vim para o acampamento conheci mais pessoas, fiquei muitas vezes em perigo, mas era divertido lutar.

Por um momento me sentia triste, abatida, passara apenas alguns dias no acampamento e já sentia saudades de meu pai, não demorou muito para as lagrimas aparecerem.

Parei para pensar um pouco, “se eu não tivesse vindo para a o acampamento talvez fosse melhor” – penso um pouco alto demais, tão alto que um campista ousou de ouvir.

- Me sinto assim ás vezes- diz o garoto.

-É tão difícil aceitar a verdade, eu sinto saudades da minha casa, do meu pai, do meu...

-Irmão, você tinha um irmão?

-Tinha, mas é uma longa história, como você sabia que era um irmão?

-Perdi minha irmã á algum tempo, sinto falta dela, ás vezes.

-Não a conheci, deve ser difícil se manter aqui com tantos problemas.

-É, minha irmã acabou faleceu durante uma missão, tentei trazê-la de volta, mas fui impedido, é difícil ser filho do deus dos mortos.

-Você é filho de Hades?

-Sim, meu nome é Nico di Angelo, eu já fui morador de rua, eu e minha irmã, é uma longa história, não sei se vai querer ouvir.

-Quero sim.

Nico me conta toda a sua historia, não sendo lá uma boa historia não me contenho e falo.

-Eu não aguento mais ficar aqui, Nico, aqui não é meu lugar – as palavras se escondem, dando lugar as lagrimas. – se eu soubesse um jeito de fugir daqui...

Nico enxuga minha lagrimas, Pela sua vida passada já sabia como lidar com isso.

-Thalita, eu te entendo, sei que ninguém além de você deve estar confusa, até porque você só soube agora, mas entenda que, o que seu pai fez por você foi difícil de superar, mas foi somente pro seu bem, foi sorte sua ter chegado até aqui, muitos semideuses nem chegaram ao acampamento, deveria de estar feliz por está viva e de ter superado todos os perigos até agora.

Mesmo tentando não chorar, Nico deixa cair uma lagrima, eu vejo que, mesmo com todo meu sofrimento, tem alguém mais infeliz que eu.

-Você deve se sentir muito sozinho, não é?

-Tento superar. Mesmo sem mão ou pai por perto, eu consigo me virar. Você deveria fazer o mesmo. - ele levanta meu rosto e olha para mim. - você ainda tem muito que aprender aqui, não deveria chorar tanto, eu estarei sempre por perto, sempre que precisar de mim é só chamar, enxugue logo essas lagrimas.

Pela primeira vez não me senti sozinha, Nico era uma boa companhia, não tinha duvidas de que seriamos bons amigos.

Já me sentindo melhor, volto para meu chalé, mas algo desagradável me aparece. Thomas me esperava em frente do meu chalé, se ele quisesse lutar agora, seria uma decepção.

-Thalita, onde você estava? Lhe esperei por horas aqui e nem sombra sua eu vi.

-Se você veio aqui só tentar lutar comigo, perdeu a hora porque não estou disposta agora, e eu não lhe devo satisfação de onde eu vou.

-Eu tenho direito de ficar preocupado, ora. Você poderia ter fugido.

-Eu até que poderia fazer isso.

-Você não faria isso, até porque eu não deixaria, o mundo lá fora é muito perigoso, você não sobreviveria.

-Agora você está preocupado comigo?

-Eu nunca quis te machucar, thalita. Será que você não entende sequer uma brincadeira.

-Brincadeira? Você quase me matou.

-Você deve achar que te odeio por conta de um acidente.

-Pra querer me matar, deve me odiar muito.

-Eu não te odeio, que motivo teria de te odiar, mas depois de tudo passei a te odiar. Quer saber, você vai ter a sua tão querida luta, só não hoje.

-Bem melhor assim, vou ter meu dia de me vingar, até amanhã.


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Seg Dez 05, 2011 11:12 pm

*Capitulo 14*

Vingança

Até que enfim chegara o dia em que Thomas teria o que merecia, só não estava muito segura da minha vitória, afinal estava enfrentando um filho de Apolo, então me preparei ao maximo pra essa luta. A única arma que tinha confiança naquele momento era na minha adaga, ela já tinha me salvado tantas vezes, uma a mais não seria problema, então logo saio do meu chalé e encontro Thomas na arena.

-Tá pronta?

-Estou, e você, está pronto pra morrer?

-Não acredito em morte após a morte, mas tá valendo.

-O que?

-nada, vamos terminar logo com isso, tenho algumas tarefas pra mais tarde.

Preparo minha adaga, e ele, sua espada, e começa a me atacar em varias sequência, mas eu sempre consigo desviar, eu o ataco no ombro, mas, mesmo conseguindo alcançá-lo, nada acontece. Ele continua a me atacar, me machucando no rosto. Já em fúria, ataco-o varias vezes, mas não o atinjo. Ele me ataca na perna e eu caio de joelhos. Ele estende a mão, e me levanto.

-Desiste.

-Jamais.

E prossigo, atacando ferozmente no rosto e nos braços, ele cai, mas se levanta, vejo que todos os seus ferimentos estavam fechando, como se fosse, sei lá, um vampiro.

Ele recomeça a me atacar, até que me atinge na barriga, e novamente vou ao chão, mas me levanto, até que ele, de um jeito sem explicação, sai de onde estava e aparece atrás de mim, não dá muito tempo, e eu me viro, tentando atingi-lo no rosto. Ele consegue segurar minha adaga.

-Não, aqui não pode.

Não perco tempo, e logo vejo a distração e o atinjo na barriga, mas nada acontece, e começo a me assustar.

-Thomas, o que tá acontecendo com você?

-Ah, você ainda não sabe, eu... Sou um espectro.

-O que? Eu não entendo.

-Um fantasma.

Quando vejo que todo esse tempo eu estava lutando contra um fantasma, eu não resisto e desmaio.

No dia seguinte, eu acordo no meu chalé, e do meu lado estava a Sophie.

-O que aconteceu?

-Calma Thalita, você só desmaiou.

-Cadê o Thomas, ele me deve explicações.

-Quer que eu o chame?

-Você faria isso?

Logo Sophie volta com o Thomas.

-Eu vou sair, para que vocês possam conversar. - diz Sophie.

Sophie sai, deixando somente eu e Thomas no chalé, o que era errado, mas para uma boa causa.

-Thomas, me explica tudo, tintin por tintin, eu não to entendendo nada, desde quando você é um... Espectro.

-Faz um bom tempo já, eu estava em uma missão, quando o cão infernal acabou me atacando, e eu simplesmente morri.

-Simplesmente morreu?

-Quer dizer, não morri literalmente, Hades me deu a oportunidade de “viver”, ter forma humana, mesmo morto na alma.

Então, você é um morto-vivo?

-Praticamente.

-eu não sei se vou aguentar essa noticia, não depois de ontem.

-Fica calma, eu não sou um morto mesmo, você pode me tocar, sua mão não vai atravessar meu corpo.

Eu me arrisco a passar a mão no rosto de Thomas, mas nada de mais acontece.

-eu não vou conseguir me acostumar.

Thomas pega minha mão, e a beija.

-Porque você fez isso?

-Será porque te amo?

-Como? Thomas, até ontem você me odiava.

-Nunca te odiei, falei aquilo para encorajá-la, pra que você visse, depois da luta, que nunca cheguei a te odeiar.

-Também não te odiava tanto assim, mas ainda não entendo nada, como eu vou ficar como nós vamos ficar nessa história?

-Se você quiser, pode namorar comigo, você aceitaria namorar um espectro?

-Eu não sei, deixa eu pensar um pouco, eu ainda estou confusa com isso, tudo bem, se for assim?

-Tá, não tem problema, sei como você se sente, quando você já tiver uma resposta me procura, ok?

Então ele abre a porta do chalé, mas...

-Thomas.

-Que foi?

-Eu aceito. Vai ser uma dura dizer que estou namorando um fantasma, mas vou deixar rolar.

-Tudo bem, te vejo amanhã.

-Com certeza.


Última edição por Thalita De Vino em Sab Dez 24, 2011 2:35 pm, editado 1 vez(es)


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Seg Dez 05, 2011 11:13 pm

bonnie, eu consegui adiar aquele cap, o nosso cap é o 15, pode postar, viu?


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Lara Helen Kevert em Ter Dez 06, 2011 9:34 am

fico mt legal miga *-*



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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Sex Dez 09, 2011 9:26 pm

[size=12]*Capitulo 15*[/size]

Incêndio nos campos de morango

Estava em um dia normal de convivência no acampamento meio-sangue, pessoas treinando, sátiros correndo atrás de ninfas ou de filhas de Afrodite, até tinha algumas caçadoras fazendo visita. Bastou uma pessoa aparecer e a normalidade cessou. Era o inspetor de chalés.

Pose de poderoso, confere. Cara de poderoso, confere. Corpo de poderoso, Hm... Confere. Todos os requisitos de um cara totalmente poderoso, nem tanto por que era somente uma inspeção, o que poderia acontecer?

Como eu ia dizendo estava um dia normal, eu estava andando pelo acampamento em busca de coisas novas para descobrir sobre como ser uma semideusa, e vejo uma movimentação, a maioria dos campistas estava indo para seus chalés neste exato momento, então não perdi tempo e acompanhei a “caravana” de campistas e entrei em meu chalé.

Uma coisa boa: só havia eu e Hugo no chalé. Uma coisa ruim: só havia eu e Hugo no chalé. O quarto estava uma bagunça, mas demos um jeito, o nosso chalé era o chalé 4, e felizmente, a inspeção foi em ordem decrescente, daria tempo para arrumar, quando terminamos fomos para fora do chalé, esperando o inspetor chegar.Quando quase todos os chalés foram inspecionados, chegou a vez do chalé dos filhos de Hades, com paredes negras, portas de ferro com desenhos de chamas e um grande elmo negro. No interior do chalé estava tudo limpo e em ordem, só não se pode dizer bonito, a não ser que você seja gótico. Dentro, o piso e as paredes eram pretos com todos os moveis brancos, e acima de uma cama, jazia um crânio.

Ouvi-se um grito do armário, era o Nico preso, gritando por socorro, assim que abro, ele sai ofegante, quase sem respirar.

–Aqueles espectros são infiéis, me enganaram e me prenderam aqui.

–Que espectros?–pergunta o inspetor.

Nico aponta para fora do chalé e vê os espectros fugindo.

–Nico, você fez o que para chamá-los para cá?

–Meu chalé na estava arrumado, tive que pedir ajuda a eles, só que eles me desobedeceram.

De repente eles somem, ouvem-se mais frases e eles desaparecem.

–Foi você, Lara?–Nico pergunta.

–Sim, tinha que tira-los daqui antes que acontecesse alguma coisa.

–Valeu maninha, você me salvou de um belo castigo.

Com todos em seus aposentos tudo volta ao normal e os campistas voltam às suas atividades de rotina.

Se o acampamento fosse assim tão calmo diria que estávamos em um paraíso, mas não é bem assim. Com todos nos chalés, eu e Hugo ouvimos um estrondo, uma explosão e saímos do chalé. Vendo um grande tumulto me aproximo de Nico, que estava perto de nós, e pergunto o que aconteceu.

–O que foi, Nico?

–Não sei, alguma coisa boa é que não é!

–Será que foi algum filho de hefesto que causou isso?–pergunta Hugo.

Passamos pelo grupo de campistas curiosos e avistamos a arena, com uma boa parte dela destruída. Ao ver isso ouve-se uma vez, de tom superior, junto com alguns campistas do chalé de hefesto.

–Já não basta estar preso aqui, e ainda por cima vocês fazem isso. Vejam meu campo de morango, está totalmente destruído.–diz uma voz.

–Nico, quem é esse?

–É o senhor D.

–Senhor D?

–Adivinha, vou dar uma dica, é um deus.

–Aqui no chalé, que estranho, mas acho que sei quem é, Dionisio?

–Bem na mosca.

Depois de ouvimos o sermão de Dionisio, ouve-se mais uma vez, que vinha próxima ao deus.

–Pai, conte comigo para escolher a punição, que tal lavarem umas louças?

–Por acaso aquela é uma das filhas de Dionisio?–cochicho para Nico.

–Sim, é a Fellipa, ela é a que mais cuida dos campos de morango, deve estar muito chateada com o incêndio, ela é muito rude.

–Percebe-se.

De repente a Fellipa ver que o incêndio aumentou e sente uma repulsão no estomago e videiras se amarram aos filhos de hefesto.

–Bem, a punição fica a escolha da Fellipa.–diz Dionísio– como ela está em seu juiso perfeito agora, saberá escolher bem.

Ouve-se risos da parte de Dionísio.

–Vocês vão concertar a arena, depois um mÊs de lavagem de pratos e na limpeza dos banheiros, e se meus pés de amoras crescerem bem, até lá vou pensar em libertar vocÊs.

–Ela é muito estressada.–digo.

–Mas é o orgulho do pai, todos tiram onda com ela por isso.Quando ela fica assim é a mesma coisa que um Cérbero chupando manga.-diz Nico.

–Se eu não estivesse tão preocupada, eu lhe esfolava vivo agora mesmo, Nico.

–Iiii, ela escutou.

–Pai, posso ir agora, o caso já está resolvido.

–Claro minha garotinha.-diz senhor D.

–Pai, olha o mico.

Ouve-se risos e muitas vozes caçoando Fellipa.

–Vamos Thalita, aqui o clima tá tenso.–diz Hugo.

Já com toda a agitação, e como já estava à noite, após o jantar, todos foram para seus devidos chalés, inclusive eu,mas, quando estava quase entrando no chalé, Thomas me puxa.

–Preciso que você me siga, e não pergunte para onde nós vamos, só me siga.


Última edição por Thalita De Vino em Sab Dez 24, 2011 2:36 pm, editado 1 vez(es)


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Re: As aventuras de uma semi-deusa perdida

Mensagem por Thalita De Vino em Sex Dez 09, 2011 9:27 pm

*Capitulo 16*

Feliz Aniversário a La De Vino’s

Mesmo sem a maior disposição, acompanho Thomas até o começo do chalé, onde havia uma espécie de carro voador, não sei bem explicar.

–Thomas, o que é isso?

–É um carro solar, para o que vamos fazer é preciso de muita velocidade, então o peguei.

–Pra onde nós vamos?

–Você já vai saber.

Viajamos menos de quatro horas no tal carro solar até parar no meio de uma floresta cheia de carvalhos e logo começo a recordar o jardim da minha fazenda era cheio de carvalhos, mas não podia ser o mesmo.

–Thomas, onde estamos?

–Em casa, mais especificamente na sua, acho que estamos no Texas.

Andamos mais alguns metros e logo vejo a fachada da minha casa, corro sem nem esperar Thomas, e quando entro encontro meu pai, sentado na sua cadeira de costume, tomando café.

–Pai?

–Oi filha, que bom que você veio.

Nós nos abraçamos por um bom tempo, estava morrendo de saudades de meu pai.

–Se você pensa que eu esqueci, se enganou, parabéns filha.

–Nem eu me lembrava, o que é?

Eu abro uma caixinha pequena e vejo um anel.

–Isso é um rubi?

–sim, foi sua mãe que trouxe de um jardim, ela pediu que lhe entregasse assim que fizesse quinze anos.

–É lindo, pai, obrigada.

Thomas, já dentro da casa, se apresenta a meu pai.

–Você é o namorado dela?

–Sim, não poderia escolher namorada melhor, sua filha é realmente especial pra mim.

–E você pretende se casar com ela?

–Pai, eu só tenho 15 anos, lembra?

–É brincadeira filha, e só pra avisar, tem bolo de cenoura na mesa, aquele que você adora.

Meu pai pega uma vela no armário, bota no bolo e cantamos parabéns. Eram só três pessoas, mas era sim um aniversario.

Assim que como um pedaço do bolo, eu vou pra fora da casa e sento nos degraus da fachada. Começo a pensar o quão seria bom se eu esquecesse essa historia de deuses e voltasse a morar aqui. Thomas ouve meus pensamentos e senta ao meu lado.

–Você queria ficar, não é? Teve muitos momentos bons aqui, mas vejo nos seus olhos que teve momentos ruins também.

–Eu não te contei, mas eu tinha um irmão de dezessete anos, ele morreu bem aqui, quando eu tinha dez anos, eu iria morrer, mas ele me salvou, e acabou falecendo.

Lembrar da morte do meu irmão não era nada bom, mas tentei recordar de tudo e contar pro Thomas.

–Meu irmão e eu éramos muito unidos, nós trabalhávamos juntos, eu na estufa e ele na horta. Num dia qualquer meu irmão decidiu me ajudar na estufa, assim que ele entrou senti um cheiro forte de fumaça, foi quando eu descobri que ele fumava.

–E você não sabia?

–Ele não quis contar. –conto, e continuo– eu pedi pra ele não entrar na estufa com cigarro, mas ele não me obedeceu. Ele ia acender outro, estava segurando um isqueiro bem na hora que iria tirar o cigarro da mão dele, ele acendeu o cigarro, e eu empurrei o cigarro e o isqueiro pro chão, foi nessa hora que toda a estufa pegou fogo, algumas prateleiras caíram em cima de nós, e então ele tentou nos tirar de lá, mas só conseguiu me tirar, eu iria tentar tira-lo de lá, mas eu era fraca, não o agüentava.

–Mas seu pai não viu, nem chegou a chamar os bombeiros.

–Quando ele chamou já era tarde de mais, não tinha como... Salva-lo.

Assim que acabo de contá-lo a historia, eu encosto minha cabeça em seu ombro e começo a chorar.

–Não fica assim tá.

–Porque ele não virou espectro, como você, seria bem mais fácil viver.

–Vai ver ele não foi tão bonzinho com o mundo.

–Eu tenho uma coisa pra te dar.

–O que?

–Antes de ter o incêndio no acampamento, pedi para que um dos filhos de hefesto fizesse essa correntinha pra você e uma pra mim, na verdade é uma só, só que os pingentes de dividem em dois, separados são metade de uma folha e metade de um sol e juntos formam um coração.

–Lindo Thomas, obrigada.

Ele coloca a correntinha em meu pescoço, e lhe dou um beijo de leve em sua boca.

–Eu acho que é melhor nós irmos, Quiron já deve ter sentido nossa falta.

–É mesmo, quer ir se despedir de seu pai?

Entro na casa, dou um abraço longo em meu pai, Thomas aperta sua mão e agradece pelo bolo, e vamos embora.

–Depois venham aqui, certo?

–Tá certo pai, logo retornaremos.

Entro no carro solar e voltamos pro acampamento. Já era cerca de duas horas da manhã, tínhamos que ir direto para o chalé, mas faltava alguma coisa pra terminar o dia, era o que Thomas pensava.

–Não vai dar nem um beijinho de boa noite?

Dou-lhe um beijo bem demorado.

–Obrigada por tudo, Thomas, eu amei ver meu pai de novo, e amei os presentes, mas agora tenho que ir pro chalé.

–Tudo bem, Boa noite.

–Boa noite.

Quando quase entro no chalé, Thomas me chama.

–Thomas, o que foi agora?

–Só queria lhe uma coisa.

-Diga logo.

–Eu te amo.

Eu fico sem jeito de responder, então apenas o abraço e sussurro em seu ouvido.

­–Tambem te amo, mas eu tenho que ir.

Beijo sua bochecha e entro no chalé. Deito na minha cama, mas não consiguo dormir pensando no dia de hoje, em tudo o que aconteceu quando eu morava no Texas, e em tudo que está acontecendo agora, mas , mesmo com tantos pensamentos na cabeça eu consiguo dormir em paz.


Última edição por Thalita De Vino em Sab Dez 24, 2011 2:38 pm, editado 1 vez(es)


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